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Inteligência artificial na logística funciona?

O setor logístico passou por uma grande revolução com a chegada da logística 4.0 que enfatizou o uso da tecnologia bem como a inteligência artificial. 

Tudo isso tornou-se realidade graças aos softwares de análises de dados, monitorando de forma online  estoques, transportes e o sistema de produtividade.

A inteligência artificial veio para melhorar o alcance, eficiência e a qualidade dos processos logísticos.

Mas afinal o que é inteligência artificial? 

Conhecida popularmente como IA ou AI, termo que  deriva do inglês (Artificial intelligence). Esse avanço tecnológico possibilita que sistemas simulem uma inteligência muito parecida com a humana como resultado.

Portanto, a IA vai muito além de uma programação de determinadas ordens para tomadas de decisões. 

É uma área da ciência da computação que define a inteligência humana através de simulações feitas a partir de máquinas e sistemas. O intuito é solucionar problemas com a finalidade de automatizar processos.

Como a inteligência artificial pode melhorar a logística de um negócio?

É inegável que a era digital trouxe mudanças na estrutura das organizações. Entretanto, com o passar do tempo foram surgindo diversas tecnologias que vêm sendo adquiridas por indústrias e outros tipos de negócios, a fim de gerar uma maior competitividade. 

A inteligência artificial quando usada em conjunto com outras tecnologias como: Internet das coisas (IoT), Big Data e computação na nuvem, oferecem infinitas possibilidades a fim de aprimorar técnicas e execução de tarefas. 

Contudo, a IA funciona como uma base fundamental para desenvolver outras tecnologias voltadas para o melhor gerenciamento das operações logísticas de uma empresa. 

O que é a inteligência artificial e como funciona na logística?

A IA é uma nova tendência de mercado onde empresas logísticas usam soluções digitais para melhorias como redução de custos e a rapidez das entregas em etapas diferentes. 

A indústria 4.0 é o que justifica a chegada da inteligência artificial na logística. Contudo, esse novo movimento da indústria busca criar processos mais digitas. 

Portanto, os processos manuais são substituídos por automáticos, agora a grande maioria das tarefas são feitas por softwares, garantindo uma maior eficiência dos processos. 

Entretanto, para alcançar os objetivos que a logística 4.0 proporciona é preciso digitalizar processos e aderir às novas soluções, são elas: Big Data, IoT e por último a IA. 

Ao fazer o uso de softwares inteligentes é possível automatizar alguns processos como:

  • Receber mercadorias;
  • Fazer devoluções;
  • Armazenar estoques;
  • Separar produtos;
  • Realizar entregas. 

Quais são as tendências da IA na logística?

Algumas tendências já estão sendo usadas, entretanto, outras ainda estão em processo de desenvolvimento para um futuro próximo. Confira! 

Computação em nuvem 

É possível abrigar na internet alguns recursos de software, rede, armazenar, recuperar, analisar. Contudo, ainda é capaz de usufruir da inteligência de dados, facilitando as atividades como gerir frotas e realizar pedidos e entregas. 

Veículos independentes e drones 

Veículos autônomos já são uma realidade no formato de empilhadeiras, carros de pátio e depósito. Adotá-los em vias públicas requer supervisão humana, entretanto, são só por questões de segurança. 

Todavia, o uso da inteligência artificial permite que a médio prazo tornem os veículos cada vez mais autônomos, a partir de sensores e dispositivos de direção autônoma. 

Blockchain

É utilizado para agilizar processos de registro de transações além de rastrear ativos de uma rede de empresas. Portanto, é uma tecnologia filha da IA que compartilha dados de maneira mais segura e ágil. 

Contudo, essa tecnologia permite diminuir a complexidade das cadeias de suprimentos e garante uma automação confiável e transparente diante de processos comerciais e administrativos. 

Vantagens da inteligência artificial na logística

A IA surgiu para somar e facilitar a vida das empresas logísticas, e para aquelas que dependem de processos logísticos. Confira algumas vantagens de utilizar IA na sua empresa! 

Facilita a tomada de decisões 

Erros podem custar caro na logística, empresas lidam com uma enorme quantidade de informações diariamente. Porquanto, existem softwares que analisam os dados para otimizar a tomada de decisões, com baixas chances de erros. 

A inteligência artificial também pode otimizar rotas de entrega, entre outras vantagens na logística.

Reduz gastos logísticos 

A inteligência artificial permite tomar decisões mais certeiras, o que também resulta em uma redução nos gastos com logística. 

Os sistemas de IA são projetados para otimizar os gastos, diminuindo-os de diversas maneiras.

  • planejar  rotas para o transporte de cargas;
  • alocação inteligente de mercadorias nos armazéns;
  • definir o momento ideal de realizar manutenção dos veículos;
  • reduz custos, como combustível e pneus.

Aumenta a produtividade das empresas 

A produtividade logística cresce como consequência direta da tomada de decisões e da redução de gastos. 

Isto ocorre principalmente devido à capacidade da inteligência artificial (IA) de ler e interpretar os dados para solucionar um problema da melhor forma. 

A inteligência artificial na logística permite uma produção e operação padronizadas conforme os objetivos da gestão, facilitando a escalabilidade do negócio em um menor período.

Garante maior satisfação de clientes 

Ninguém gosta de receber entregas atrasadas, seja o consumidor final ou a própria empresa. Devido a todas as vantagens mencionadas acima, a inteligência artificial na logística também ajuda a garantir maior satisfação do cliente. 

Prazos de entrega mais curtos, preços mais atrativos e rastreamento de pedidos são alguns dos principais fatores.

Auxilia no gerenciamento de frotas 

É capaz de automatizar a gestão de frotas, portanto, com um sistema inteligente é possível rastrear frotas, supervisionar entregas, fazer o acompanhamento das cargas e verificar se os veículos da sua frota tiveram multas ou não. 

Isso gera maior facilidade na hora de identificar quais caminhões estão rodando e qual tipo de carga, além disso é capaz de verificar os custos com combustíveis da sua frota. 

Confira o que empresas falam a respeito da inteligência artificial:

Quer começar a introduzir a inteligência artificial na sua logística? A Fusion pode te ajudar nisso! 


Contamos com um software roteirizador que auxilia nas entregas, aumentando a agilidade e volume de entregas por dia. 

Quer saber mais? Agende um bate-papo com a gente, te esperamos lá! 

Estradas brasileiras: Quais cuidados devo ter?

Todas as pessoas que pegam estradas diariamente já devem ter feito essa pergunta: Quais cuidados devo tomar nas estradas? 

Qualquer pessoa que dirige por longas horas se preocupa com a sua segurança, principalmente aqueles que transportam mercadorias. 

Todo cuidado é pouco quando sua vida está em risco, não é mesmo? Trafegar pelas rodovias Brasileiras pode ser muito perigoso. 

Todos os dias é registrado acidentes, furtos de mercadorias e prejuízos em relação a danos em veículos, causado por más condições das rodovias. 

Contudo, sabemos como é difícil driblar esses desafios para garantir o sucesso no transporte dos produtos.

Por isso é preciso ter consciência e responsabilidade nas estradas, adotando os devidos cuidados para se manter seguro e as suas mercadorias. 

Afinal, ninguém quer receber seus produtos com algum dano. 

O que fazer para ter segurança nas estradas brasileiras? 

Planeje a viagem 

Fazer o planejamento da viagem é muito importante para aumentar a segurança no trabalho. Com essa simples atitude você é capaz de programar suas paradas, planejar a rota e escolher as melhores vias.

Mas, tudo isso pode se tornar uma tarefa muito fácil se você adotar o uso de um roteirizador. Portanto, seja um motorista precavido, se antecipe, defina suas paradas e por onde vai passar.

Verifique as condições dos veículos, ter esses cuidados é importante!

Fique atento e confira as condições do seu veículo! Embora muitos caminhoneiros tenham esse hábito, é necessário redobrar a atenção.

Preste atenção como estão os pneus, confira o nível de combustível e os fluidos do caminhão, mangueiras e o sistema de iluminação.

É fundamental ter uma rotina de manutenção no veículo, indo muito além de apenas uma troca de óleo, não abra mão de uma assistência especializada a fim de baratear os custos.

Não economize nessa hora, a segurança dos seus colaboradores está em jogo. Entretanto, manter a manutenção em dia ajuda a economizar evitando manutenções corretivas. 

Preste atenção e obedeça a legislação de trânsito 

É sobre muito mais que evitar multas, tomar essas atitudes é ideal para uma condução mais assertiva e promove a preservação da sua segurança e a dos demais motoristas que trafegam pelas estradas brasileiras. 

Preste atenção à sinalização e use o bom senso quando não houver sinalização.

Você certamente passará por locais e situações em que as placas não estarão visíveis, como em caso de chuva forte, nevoeiro ou vegetação densa. Nessas ocasiões é preciso agir com cautela e reduzir a velocidade, principalmente se você não conhece o lugar. 

Respeite seu tempo, descanse! 

É necessário respeitar a legislação a respeito do período de descanso ideal ao longo da jornada de trabalho. O motorista não pode dirigir por mais de 5h30 sem intervalo e precisa fazer um intervalo mínimo de 30min a cada 6h. 

Se necessário, o motorista pode ultrapassar esse prazo até encontrar um lugar seguro para descansar. No período de 24h, são asseguradas 11h de descanso por determinação da legislação. 

Entretanto, essas horas de descanso podem ser divididas, porém, o primeiro período de descanso tem que ser de 8h seguidas.

Evite parar em locais com pouca movimentação e mal sinalizado, tenha esses cuidados!

Quando parar o caminhão, esteja ciente dos riscos envolvidos e tente minimizá-los. Evite lugares desertos, já que pode se tornar um alvo fácil de criminosos. 

Em paradas de emergência, procure locais bem sinalizados, sem curvas ou estreitos. Essas características aumentam bastante o risco de acidentes nas estradas brasileiras

 O ideal é um local maior, em que possa ver e ser visto, dando tempo de os demais motoristas tomarem as devidas medidas para passar em segurança.

Não reaja em caso de assalto 

Roubos nas estradas brasileiras são cada vez mais comuns, então é importante se proteger contra isso. Entretanto, é preciso ficar atento em locais onde esse tipo de ato é mais comum, mas mesmo se você se prevenir, pode ser assaltado. 

Se isso acontecer, não reaja, pois colocar sua vida em risco para proteger bens materiais não vale a pena. O melhor é esperar até poder pedir ajuda em um lugar seguro.

Roteirizar entregas é uma opção para se proteger nas estradas brasileiras? 

Antes de tudo é preciso saber o que é roteirização de entregas, vamos lá! 

Roteirização é o processo de otimização das melhores rotas para as suas entregas. Uma roteirização bem-sucedida ajuda na organização das suas frotas e pode gerar grandes resultados, diminuindo os custos operacionais. 

Por que você deve investir em roteirização? 

A roteirização logística irá ajudar você a evitar engarrafamentos, colocando-o em trajetos mais curtos e seguros, o que diminuirá os riscos de perda de produtos. 

O roteirizador também é responsável por garantir um trabalho saudável aos seus funcionários, gerando demandas que possam ser cumpridas sem sobrecarregá-los. 

E ainda, é possível aumentar os índices de produtividade logística, impactando na redução de custos e na experiência do cliente.

Quais benefícios da roteirização logística? 

3 vantagens de implantar um roteirizador na sua empresa 

1 – Otimiza rotas, viagens e entregas 

Roteirizar é otimizar as entregas, diminuindo a distância percorrida e se baseando em diferentes indicadores logísticos. Isso resulta em uma interação mais satisfatória com a sua empresa, pois os clientes ficam satisfeitos.

Uma boa roteirização permite que entregas sejam feitas antes do prazo ou em horários diferentes, para clientes que tenham problemas com o horário de recebimento.

2 – Melhora a produtividade das entregas 

Contudo, as tarefas logísticas crescem gradualmente a cada ano, aumentando assim as demandas. 

Com a roteirização, sua equipe pode lidar com o crescimento de forma mais tranquila, sem precisar contratar mais pessoas, o que reduz os custos. 

No entanto, seguir boas práticas com o auxílio de um software de roteirização aumenta a produtividade de todos os envolvidos no processo logístico. 

Não só os profissionais responsáveis pela estratégia de roteirização dos trajetos e rotas, mas também da frota de veículos. 

3 – Planeje rotas e fuja dos engarrafamentos 

O trânsito é um dos maiores adversários da logística, com engarrafamentos podendo gerar grandes desperdícios de dinheiro.

 Em 2018, dados do G1 mostraram que o Brasil perdia cerca de R$267 bilhões anuais por conta de engarrafamentos, calculados por todos os gastos que poderiam ter renda, produtividade, lazer, estudos e bem-estar.

Quer saber mais sobre os benefícios? Bata um papo com a gente e tire suas dúvidas! 

Como funciona a logística no E-commerce?

A logística está presente em todo e qualquer negócio, entretanto, os processos logísticos são muito importantes para que as empresas desempenhem um bom papel, e no e-commerce não poderia ser diferente.

Ter um controle de estoque, cálculo do frete, planejar as vendas e empacotar os produtos são fundamentais com a finalidade de garantir uma boa experiência de compra para os clientes.

Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Comércio eletrônico (ABComm) relata que 61% das lojas virtuais enfrentam problemas com entregas.

Contudo 39% dos entrevistados relataram que, extravios, furtos e roubos são os principais problemas enfrentados.

Qual o papel da logística no e-commerce?

No e-commerce, a maioria das transações ocorrem online e, após todas as etapas serem aprovadas, os produtos físicos são enviados aos clientes pelos métodos tradicionais de envio.

Como outros programas, a logística de comércio eletrônico precisa ser estruturada em torno de modelos de negócios para atingir três objetivos principais na área:

  • Reduzir custos;
  • Economia de gastos;
  • Satisfazer os clientes com o serviço.

Entretanto, para ter um bom planejamento logístico no e-commerce é preciso conhecer todo o processo e saber quais etapas seguir para um bom desempenho.

Confira algumas das etapas que compõem a logística do e-commerce:

  • recebimento e conferência da mercadoria;
  • armazenamento e identificação;
  • reposição de estoque;
  • separação dos pedidos;
  • preparação do produto (conferência, embalagem e etiquetagem);
  • envio para a transportadora;
  • rastreamento de pedidos enviados;
  • controle de entrega.

Como deve ser feito o planejamento da logística para e-commerce?

Para ter uma logística eficiente é necessário elaborar um bom planejamento, afinal é preciso saber como executa-lo corretamente.

Contudo, o planejamento da logística no e-commerce são separados por níveis, são eles:

Estratégico

Definir os objetivos e metas que precisam ser alcançados no geral e em longo prazo. Vale ressaltar que essas definições precisam estar condizentes com a realidade da empresa.

Tático

Nessa fase é preciso definir as ações que serão necessárias para alcançar os objetivos e metas que foram estabelecidas no nível anterior. São divididas por setores a fim de orientar o nível operacional.

Operacional

Já aqui é o nível de implementação das ações definidas anteriormente. Portanto, será necessário um monitoramento a fim de gerar dados para analise do nível estratégico.

Gestão de custos logísticos

A gestão de custos logísticos é a gestão de todas as despesas necessárias como armazenagem, frota, transporte e tecnologia de acordo com as necessidades logísticas da empresa.

Geralmente, esses custos têm um grande impacto na receita de uma empresa.

Contudo, o e-commerce precisa investir no monitoramento e pesquisa desses custos a fim de encontrar estratégias para reduzi-los sem comprometer a qualidade dos serviços prestados.

Quais os benefícios de uma boa gestão de custos?

  • Redução de custos;
  • Aumento da lucratividade;
  • Maior produtividade;
  • Possibilidade de investimento em setores diferentes;
  • Maior competitividade no mercado.

O vilão do e-commerce

Uma pesquisa realizada pela ABCOMM durante 3 anos, 2013, 2015 e 2017 afirma que o maior vilão do e-commerce são os custos logísticos.

Contudo, o frete é um dos responsáveis pelos altos custos logísticos no e-commerce com 58,1%. Em relação ao ano de 2015 esse custo teve uma queda se comparado com o aumento dos custos de manuseio e armazenagem.

Fonte: ABComm & ComSchool 2017.

Portanto, deixar de lado os processos manuais, investir em automação, capacitação dos colaboradores e elaborar uma boa gestão de produtividade podem aumentar o desempenho e por consequência a diminuição dos custos.

O que fazer para a logística no E-commerce dá certo?

Evite atrasos no prazo de entrega

Atrasar pedidos gera insatisfações ao cliente. Portanto, para evitar isso é preciso de uma gestão de entregas eficiente e um maior controle das operações.

Após uma confirmação do pedido e pagamento o vendedor deve providenciar a separação do pedido, embalar e emitir a nota fiscal do mesmo e entregar a transportadora.

Entretanto, deve-se lembrar que o tempo de entrega começa a contar desde a confirmação do pagamento do produto.

Invista em KPIs logísticos

KPI é a sigla para Key Performance Indicator (Indicador Chave de Desempenho), uma ferramenta utilizada na gestão logística para avaliar o desempenho de processos.

Existem vários KPIs, mas o mais importante no E-commerce é o On Time Full (OTIF), responsável por medir a eficácia no cumprimento dos prazos e da eficiência de todos os processos de atendimento.

A acuracidade do inventário serve para medir a diferença entre o estoque físico e as informações que constam no sistema do controle de estoque.

Contudo, o Order Fill Rate (OFR) serve para medir o tempo interno que foi preciso para o processamento do pedido.

Escolha a melhor forma de transporte dos seus pedidos

A escolha do meio de transporte vária pelo tamanho das mercadorias, entretanto, se o produto que você vender tiver tamanhos consideráveis, é mais vantajoso utilizar transportadoras, pois os Correios cobram taxas adicionais para produtos com grandes volumes.

Além disso, é preciso considerar a velocidade de entrega e verificar a segurança para não ocorrer furtos e extravios.

Vale salientar que cada tipo merece uma proteção adequada, pois pode variar dependendo da estrutura dos mesmos.

Comunicar seus clientes é importante

O processo de compra online exige que o produto passe por etapas, é de suma importância estar atualizando o cliente a respeito da confirmação do pedido, localização e identificação do produto, a fim de proporcionar uma maior segurança aos consumidores.

Exibir feedbacks de outros compradores também é uma forma de tranquilizar seus clientes.

Como todo e qualquer negócio, imprevistos podem ocorrer, pro isso invista em capacitar sua equipe para atender telefones, rastrear encomendas e contactar fornecedores, além dos operadores logísticos, em casos de extrema urgência.

É importante lembrar ao cliente que ele poderá efetuar o processo de devolução ou troca de produtos.

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Caminhão elétrico no Brasil vale a pena investir?

Com a grande alta dos índices de gases poluentes, investir em caminhões elétricos é uma boa alternativa para contribuir com o meio ambiente.

Diante dessa situação, montadoras estão fazendo o possível para se livrar dos motores a combustão até o ano X ou Y.

De um ou dois anos para cá, cidades europeias falam em aumentar a restrição aos veículos a combustão, para incentivar o uso dos veículos elétricos, porém, ainda sem uma análise mais profunda das consequências.

Desafios tecnológicos, ambientais e econômicos precisam ser vencidos para tornar viável a mobilidade elétrica.

Afinal, o que é um caminhão elétrico?

Os grandes tanques de combustíveis foram substituídos por baterias, e são delas que vem a potência bruta.

Porém, nem tudo são flores, um caminhão elétrico pode chegar a custar o dobro de um a diesel. Mas porque existe essa diferença de preço?

Além de ser uma novidade, os custos operacionais diminuem drasticamente com o caminhão elétrico, além de evitar a emissão de gases poluentes, já que com motores elétricos não há queima de combustível.

Consumo e potência

A um tempo atrás os elétricos deixavam muito a desejar nesses quesitos, mas pesquisas mostram que houve uma evolução se comparado aos caminhões tradicionais.

O consumo de energia teve uma mudança considerável e melhorou com o passar do tempo, agora, já é possível rodar muito mais e consumir menos energia.

Portanto, para os amantes dos motores a combustão e ama o ronco dos motores a diesel mais clássico, talvez, não vá gostar muito dessa novidade de “motor elétrico”.

Afinal, eles são silenciosos por não conter escapamento, por onde sai a fumaça da queima de combustível.

Qual a diferença entre o caminhão a diesel e o elétrico?

A grande diferença entre os modelos a diesel e elétricos são os preços e a autonomia.

Contudo, os caminhões a diesel costumam ser mais baratos e terem uma maior autonomia. Porém, os custos operacionais são altos, maior gasto com manutenção, além da emissão de gases poluentes no meio ambiente.

Já os elétricos, perdem no alto preço e na menor autonomia, mas ganham em ter os custos operacionais mais baixos, além de ter uma vantagem ecológica por não produzirem poluentes, o que é uma alternativa atrativa para muitos frotistas.

Vantagens e desvantagens

Como citado anteriormente, para algumas pessoas a desvantagem aos caminhões elétricos é o custo de compra muito alto, chegando a custar 2x mais caro que o preço de um caminhão tradicional.

Entretanto, existem diversas vantagens relacionadas a aquisição dos modelos elétricos, são eles:

Solução sustentável

Os motores elétricos possuem baixo impacto ao meio ambiente e são ecologicamente mais corretos que os tradicionais.

Maior possibilidade de integração com outras tecnologias

A uma maior variedade de tecnologias que podem ser agregadas aos elétricos, tendo em vista sua capacidade de modificação, através dos seus computadores de bordo, além dos rastreadores que já são obrigatórios no transporte de cargas.

Motores elétricos chegam a ter a mesma potencial que os motores a diesel

Não há motivos para não ver os elétricos como vantagem se comparado com a sua potência.

Os motores elétricos conseguem ter o mesmo desempenho que alguns tradicionais, chegando a ter 200km de autonomia.

Empresas já estão desenvolvendo testes para aperfeiçoar esses motores, deixando mais potente, podendo ficar acima de 100 cavalos de força.

Baixo custo operacional

Mesmo que o custo para aquisição seja alto, especialistas do setor de transporte afirmam que o custo operacional é reduzido em 65%. O motivo desse baixo custo é: o preço dos quilowatts por quilômetro é mais econômico que o do diesel.

Quais empresas já estão utilizando o modelo elétrico no Brasil?

Se você ainda se pergunta se vale a pena investir em caminhões elétricos e renovar suas frotas, saiba que já existem empresas brasileira que estão investindo alto em caminhões elétricos.

A Ambev contém uma frota com mais de 1.200 caminhões elétricos VWCO, outras 1.200 estão sendo negociadas com a FNM-Agrale. PepsiCo, DHL e Manlog também estão investindo nesse setor.

Existem outras opções além dos elétricos?

Ainda baseados em motores a combustão, existem dois outros combustíveis do tipo diesel que reduzem as emissões de CO2 em 85 a 90 por cento: um deles é o HVO. Entretanto, o mais comum para nós brasileiros é o biodiesel.

O biodiesel (ou Fame, éster metílicos de ácidos graxos) é um tipo de diesel que pode ser feito de diferentes fontes, como óleo de canola, óleo vegetal e óleo de cozinha usado.

No entanto, biodiesel já é comum no Brasil, usado principalmente em ônibus urbanos, e reduz em 85% a emissão de dióxido de carbono.

O óleo vegetal hidrogenado (HVO) é feito a base de óleo usado, óleo de colza, óleo de palma e gordura animal.

A maior diferença entre o biodiesel e o HVO é o processo de fabricação: o biodiesel é feito através do processo químico de transesterificação, no qual a matéria-prima reage com um álcool (geralmente metanol).

No entanto, HVO é produzido através do hidro processamento químico (HDT). A matéria-prima reage com hidrogênio sob condições controladas de temperatura e pressão. A redução de CO2 do HVO pode chegar a 90%.

Modelos Elétricos, Híbridos e Híbridos do tipo Plug-in

Aqui temos três tipos diferentes de caminhões elétricos. Primeiro, o modelo 100% elétrico, ou seja, o modelo que funciona com o motor elétrico e, claro, a bateria. No Brasil, já existem caminhões 100% elétricos, incluindo o Volkswagen e-Delivery, que está disponível em duas versões:

O e-Delivery 11 é um modelo 4×2 (2 eixos) e o e-Delivery 14 é um 6× 2. (3 eixos). JAC e BYD também oferecem caminhões 100% elétricos no Brasil.

No segmento híbrido, a Scania oferece modelos híbridos L, P e G para o mercado europeu. Simples de operar: o caminhão está equipado com um motor diesel e um motor elétrico.

Portanto, ao contrário de alguns carros, o caminhão é possível escolher qual motor vai ser usado. Em algumas situações, como ladeiras, o motor elétrico pode não ser suficiente.

Além disso, os motores a diesel podem receber o já mencionado biodiesel ou tipo de combustível HVO.

Por fim, temos os híbridos plug-in, que funcionam da mesma forma que os híbridos. A diferença é a bateria que pode ser carregada nele, assim como um caminhão 100% elétrico.

Este modelo é mais adequado para clientes que rodam na cidade, as baterias podem ser recarregadas no ponto de carga e descarga.

Quero diminuir custos operacionais, mas não consigo investir nos elétricos, o que devo fazer?

Há uma grande vantagem de investir nos elétricos, porém o retorno é em longo prazo e os impactos causados no meio ambiente é eminente, mas os elétricos podem facilitar seus processos logísticos.

Entretanto, se sua empresa ainda não é capaz de investir nos motores elétricos, saiba que há uma alternativa.

Investir em KPIs logísticos, também podem diminuir os custos operacionais e aumentar os ganhos.

A Fusion S.A também pode te ajudar a diminuir os custos operacionais.

Gestão de produtividade: Por que é tão importante?

Gestão de produtividade é um conjunto de boas práticas que tem como prioridade administrar e acompanhar os elementos que influenciam a produtividade em uma empresa. Começando por metas elaboradas no planejamento estratégico, gestão de tarefas, fluxos de trabalho e gestão de equipe.

Toda teoria é linda, mas quando quem bota a mão na massa não está empenhado, os resultados são decepcionantes. Engajar a equipe é fundamental, principalmente se implantar um sistema de monitoramento eficaz

Contudo, para motivar a equipe é importante ter um sistema de reconhecimento, premiar os melhores colaboradores do mês, ou até mesmo aumentar o pagamento para a equipe de entregas que mais produziu. Existem diversas de formas de se realizar isto. Comece de forma simples e vá sofisticando.

Antes da gestão da produtividade, você sabe o que é produtividade?

Primeiramente, o conceito de produtividade está diretamente relacionada às atividades que o homem exerce desde os tempos pré-históricos. Essa relação entre o tempo utilizado para executar uma tarefa e os recursos aplicados em sua execução existe em todas as áreas de atuação. Na fabricação de produtos e entrega, a produtividade é considerada um item essencial e precisa estar presente nos relatórios dos líderes e coordenadores.

Contudo, o termo que conhecemos hoje foi criado pelo economista francês François Quesnay no século XVIII, mas ganhou força com a primeira revolução industrial iniciada na Inglaterra. Sobretudo, com o tempo e a implantação da linha de montagem e a definição da jornada de oito horas como a conhecemos hoje, outros modos de produção em massa como o fordismo ganharam força.

Ainda no espaço automotivo, a Toyota mudou o jogo através do Toyotismo, focando na descentralização da tomada de decisões, a fim de incentivar o trabalho em equipe, criando horários de trabalho flexíveis e reduzindo o desperdício de recursos, aspecto fundamental da abordagem Lean. Hoje, estamos presenciando outra era em que a tecnologia traz uma série de benefícios ao fluxo de trabalho de uma empresa por meio de aplicativos e softwares de gestão.

Exemplo de estratégia para apurar a produtividade

O importante é produzir muito e dentro do plano proposto da roteirização, o que garantirá o menor custo possível da produção. A partir da pontuação, podemos pagar um prêmio para os 3 primeiros colocados ou pagar R$0,01 (1 centavo) por ponto de produtividade.

1 – Pontos positivos para:

  1. KM rodado = 1 ponto por KM;
  2. Entrega realizada = 50 pontos por entrega;
  3. Peso transportado = 1 ponto por KG;
  4. Carga zerada (nenhuma ocorrência de devolução e reentrega) = 100; pontos por carga.

Todas as entregas da carga realizadas no prazo da rota (ex. rota diária, sair com 15 entregas e voltar zerado, sem reentregas) = 100 pontos por carga.

2 – Pontos negativos quando existem desvios do plano:

  1. Furo de cerca = perde 200 pontos;
  2. Velocidade excedida = perde 50 pontos;
  3. Entrega fora de ordem = perde 50 pontos;
  4. Atrasos perdem= 50 pontos;
  5. Devolução por culpa do motorista = perder 300 pontos;
  6. Avarias de mercadorias no transporte = perde 200 pontos;
  7. Avarias no equipamento = perde 500 pontos;
  8. Esquecimento de checkin da entrega = perde 100 pontos;
  9. Batida de ponto irregular = perde 300 pontos.

Mas por que a gestão de produtividade é tão importante ?

Produtividade é um tema recorrente no mercado de trabalho, para atingir as metas estabelecidas pela empresa, gestores e líderes utilizam uma série de ferramentas para monitorar, fiscalizar e melhorar a entrega dos processos produtivos e criativos executados por seus colaboradores.

Assim, a gestão da produtividade, além de facilitar a colaboração e o engajamento entre os membros da equipe, também desempenha um papel importante na identificação e ajuste de comportamentos que beneficiem o fluxo de trabalho.

Entretanto, com os avanços tecnológicos, fatores climáticos e mudanças causadas pela recente pandemia de COVID-19, a tecnologia deve se adaptar a novos ambientes que exigem altos níveis de produtividade e eficiência, mas também levantam preocupações sobre a existência de bons trabalhadores.

Contudo, quando apresenta bons resultados, deve-se considerar a satisfação das pessoas envolvidas no processo, e não a quantidade e qualidade das tarefas realizadas, a fim de obter o cuidado e evitar a sobrecarga de trabalho.

A gestão de produtividade é dividida em 4 pontos, são eles:

1 – Medição

A primeira etapa desse processo de divisão é a mensuração de dos indicadores. São medições feitas com base nos KPIs (Key Performance Indicador). Você deve estar se perguntando como devo usa-los?

Separamos alguns exemplos, veja:

Produção por período: Calcula a quantidade produzida em cada período de tempo (Hora, dia, semana e mês).

Tempo máximo de resposta: Ajuda a entender se o SLA definido em outras áreas ou clientes está sendo cumprido.

Capacidade de produção: Proporciona entender o quanto sua equipe é capaz de produzir, ajuda a medir o nível de produção e o que fazer para melhora-lo.

2 – Análise

Após identificar as métricas e analisa-las, é preciso transformar os números em informações relevantes para entender a atual situação da sua empresa.

Contudo, deve-se fazer uma analise objetiva, comparando informações para verificar se as métricas estão aumentando ou diminuindo. É importante lembrar que esse processo tem que ser feito com muita cautela para evitar falsas impressões.

Entretanto, se houver dúvidas, não hesite em verificar as informações novamente!

3 – Planejamento

Com base nos resultados da análise dos indicadores, é hora de avaliar o que pode ser feito para retomar o caminho dos bons resultados. A realização de uma reunião de planejamento ajudará os líderes responsáveis ​​a trocar ideias e recomendações que beneficiarão o futuro da empresa.

Com uma gestão flexível, as estratégias podem ser repensadas e todas as partes da organização podem ser ajustadas em torno do mesmo objetivo com base em dados reais.

4 – Execução das melhorias

Essa é a ultima etapa da divisão. É aqui que é realizado todas as propostas elaboradas com os líderes e colaboradores.

Portanto, as novas metas e objetivos estabelecidas, vão exigir uma mudança dos indicadores para melhor acompanhamento e conferir se teve mudanças significantes.

Uma boa gestão de produtividade pode gerar diversos impactos positivos no ambiente de trabalho e otimizar entendimento do profissional com o pessoal.

Contudo, você irá manter uma boa qualidade de vida para os seus colaboradores e ainda manter seu negócio lucrativo.

Todo gestor logístico quer proporcionar um ambiente adequado para seus colaboradores, entretanto, isso não é um papel fácil, por isso é de suma importância mensurar o rendimento dos seus empregados, evitando que trabalhem mais que o necessário, o que ocasiona menor produtividade e não é isso que você quer, não é mesmo?

Gostou? Quer aderir à gestão de produtividade na sua empresa? Mas, ainda não sabe quais caminhos e soluções podem te ajudar? Solicite uma apresentação, conheça nosso móduo de produtividade de motoristas e entregas!

Entenda como funciona a gestão da jornada de trabalho

A gestão da jornada de trabalho é um serviço realizado pelos departamentos de Recursos Humanos (RH) e Departamento Pessoal (DP).

 Se não for aplicada de forma eficaz, a empresa pode enfrentar resultados negativos, como ações judiciais e perdas financeiras.

Entenda a Lei do motorista

Vamos fazer uma leitura de um resumo da LEI 13.103, conhecida como Lei do Motorista:

Art. 2o São direitos dos motoristas profissionais de que trata esta Lei, sem prejuízo de outros previstos em leis específicas: V – se empregados:

Ter jornada de trabalho controlada e registrada de maneira fidedigna mediante anotação em diário de bordo, papeleta ou ficha de trabalho externo, ou sistema e meios eletrônicos instalados nos veículos, a critério do empregador;

Horas de trabalho

Art. 235-C. A jornada diária de trabalho do motorista profissional será de 8 (oito) horas, admitindo-se a sua prorrogação por até 2 (duas) horas extraordinárias ou, mediante previsão em convenção ou acordo coletivo, por até 4 (quatro) horas extraordinárias.

§ 1o Será considerado como trabalho efetivo o tempo em que o motorista empregado estiver à disposição do empregador, excluídos os intervalos para refeição, repouso e descanso e o tempo de espera.

§ 2o Será garantido ao motorista profissional empregado, intervalo mínimo de 1 hora para refeição, podendo combinar esse período com o tempo de parada obrigatória na condução do veículo…

O descanso

§ 3º No período de 24 horas, são garantidas 11 horas de descanso, sendo facultado a fração e a coincidência com os períodos de parada obrigatória na condução do veículo conforme previsto na Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997 (Lei de Trânsito Brasileira) garantido o mínimo de 8 horas ininterruptas no primeiro período e o gozo das 16 horas restantes, seguindo ao fim do primeiro período., garantido o mínimo de 8 horas ininterruptas no primeiro período e o gozo das 16 horas restantes, seguidas ao fim do primeiro período.

§ 8o São considerados tempo de espera as horas em que o motorista profissional empregado ficar aguardando carga ou descarga do veículo nas dependências do embarcador ou do destinatário e o período gasto com a fiscalização da mercadoria transportada em barreiras fiscais ou alfandegárias, não sendo computados como jornada de trabalho e nem como horas extraordinárias.

§ 9 O horário relativo ao tempo de espera serão indenizadas na proporção de 30% (trinta por cento) do salário-hora normal.

‘Art. 67-C.  É proibido que o motorista dirija por mais de 5 horas e meia sem dar pausa aos veículos de transporte rodoviário coletivo de passageiros ou de transporte rodoviário de cargas.

§ 1o Serão observados 30 (trinta) minutos para descanso dentro de cada 6 (seis) horas na condução de veículo de transporte de carga, sendo facultado o seu fracionamento e o do tempo de direção desde que não ultrapassadas 5 (cinco) horas e meia contínuas no exercício da condução.

 
Percebe-se que a implantação da jornada não é mais uma opção para as empresas pois após esta lei, publicada em 2 de março de 2015, passou a ser um direito do funcionário.

Porém, isto é um trabalho operacional gigante. E a empresa pode ter um aumento substancial de custos.

Como fazer o gerenciamento da jornada de trabalho?

A alternativa para o trabalho operacional é a utilização de software especializado para capturar os intervalos de jornada com os tipos de trabalho: trabalho, direção, espera.

Calculando as horas extras, tempos de espera, banco de horas, etc. Além disto, fornece uma integração com o monitoramento para que o S.A.E. ajude em TEMPO REAL a empurrar a equipe para uma jornada correta.

Mesmo assim, ações reativas são necessárias para resguardar a empresa: advertências e suspensões por escrito.

O que fazer para diminuir o custo desse processo operacional?

Entretanto, para evitar o aumento do custo, deve-se utilizar o máximo possível das horas de esperas. O tempo de espera reduz a quantidade de horas extras que é permitido por Lei.

 Funciona assim: o motorista recebe (é indenizado) em dinheiro no fator 30% da hora normal ao invés de 150% (hora extra). Na prática, toda operação possui clientes que deixam muitas horas em espera.

O roteirizador precisa ter acesso às informações deste módulo para priorizar a escala dos motoristas com menos horas extras e, para o caso de não utilização de toda a frota, os motoristas com mais banco de horas recebam folga.

Um ponto interessante é que várias empresas estão equiparando as regras de gestão da jornada dos AJUDANTES de entrega com a Lei do Motorista, para utilizar os tempos de espera também para o ajudante.

Isto é possível, visto que o ajudante também fica aguardando juntamente com o motorista o cliente recebê-lo.

Por fim, é importante dizer que se faz necessário homologar com o sindicato estadual a gestão de jornada via software. Neste momento é indicado a homologação do banco de horas.

Qual a importância da gestão de jornada de trabalho?

Em resumo, o gerenciamento do tempo de trabalho envolve o uso de um sistema de agendamento de tempo. Dessa forma, é possível ver quais colaboradores estão cumprindo seus prazos mensais de trabalho e quais não estão.

Mas o que esse rastreamento de tempo inclui? Em geral, esta é a seguinte informação:

  • O número de horas trabalhadas por dia;
  • Número de horas extras por mês;
  • Considerar períodos de descanso durante a viagem;
  • A quantidade de atrasos de trabalho.

Além do que foi mencionado na introdução, há outro motivo pelo qual essa gestão é importante: o respeito aos colaboradores. Isso acontece porque o controle da jornada ajuda a empresa a cumprir o que está acordado no contrato de trabalho do profissional.

Portanto, se as horas excederem o horário normal de trabalho, o empregado será pago. Outra vantagem do gerenciamento de jornada é que ele pode medir a produtividade da equipe.

Dessa forma, os gerentes podem empregar políticas de meritocracia para recompensar os melhores desempenhos.

De acordo com o artigo 74 da Lei Integral do Trabalho (CLT), o controle da jornada de trabalho é obrigatório para empresas com mais de 10 funcionários.

No entanto, após a aprovação da Lei 13.874/2019 (também conhecida como Lei da Liberdade Econômica), a gestão do tempo de trabalho passou a ser obrigatória apenas para empresas com mais de 20 funcionários.

Garantir que os seus colaboradores trabalhem as horas estabelecidas corretamente é o dever de toda e qualquer empresa.

Quer garantir o melhor ambiente de trabalho para seus colaboradores, aumentando a produtividade e gerenciando os processos logísticos de forma eficaz?

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Gestão de frotas: Como criar um gerenciamento eficiente

Fazer uma gestão de frotas não é uma solução mágica para fazer o seu negócio prosperar em curto prazo, mas pode se tornar uma grande aliada, se feita de maneira eficiente.

Garantir que seus veículos tenham uma vida útil maior e que seja conservado pode se tornar uma tarefa bastante complicada se não for feita da maneira certa        

Afinal, o que é gestão de frotas?

Muitas empresas possuem automóveis como: Carros, motos e caminhões, para realizarem a parte operacional da sua logística e até mesmo para locomoção.

Entretanto, são bens ativos do seu negócio e precisam de cuidados. Não trate esse zelo como gasto e sim como investimentos, afinal todo investimento trazem lucros, não é mesmo?

Contudo, gestão de frotas é o gerenciamento dos veículos de uma empresa usados para transporte, coleta ou prestação de serviços.

Isso só é possível através da centralização de dados das manutenções dos veículos, consumo de combustível, quilometragem e rotas de condução.

Para isso, é necessário pensar em estratégias e desenvolver planos para que esses veículos possam atender a empresa com mais eficiência, reduzindo riscos e custos.

Vale lembrar que a gestão de frotas não é apenas para grandes empresas com inúmeros carros ou caminhões em suas garagens.

Nesse sentido, não há diferença entre o número de veículos e os tipos de veículos utilizados: qualquer empresa que utilize veículos (um, dois ou doze) para serviço ou entrega, por menor que seja, deve considerar como gerenciar sua frota.

Afinal, nenhuma empresa quer seus veículos atuando em más condições, não é mesmo?

Qual a importância da gestão de frotas?

Uma boa gestão de frotas pode melhorar a eficiência. Afinal, gerenciar uma frota é planejar e controlar processos com base em informações precisas.

Informações, por exemplo: Como o motorista está dirigindo, o estado do veículo, a quantidade de combustível consumida e o trajeto percorrido podem ajudá-lo a tomar melhores decisões.

A fim de, resolver problemas mais rapidamente e economizar dinheiro.

Quando o gerenciamento de frota é bem feito, é fácil ver se os processos se tornaram muito caros ou ineficientes e se todo o potencial da frota está sendo aproveitado.

Por fim, você não perde tempo, oportunidade e dinheiro.

Por que otimizar esse processo?

No mercado atual, ainda existem empresas que não perceberam as vantagens desse tipo de gestão e a sua importância.

Existem alguns pontos específicos que são melhorados com a gestão de frotas, devido à sua interface, seja ela direta ou indireta. Se sua empresa são gerencia suas frotas, seus clientes são impactados.

Por exemplo: O tempo que sua empresa leva para fazer uma entrega, se o automóvel fez manutenção ou não. Isso impacta o processo entre empresa e cliente.

Por causa da ausência de uma ação tão simples, como a manutenção do veículo, toda a cadeia de vendas do seu negócio é prejudicada.

Como criar uma gestão de frotas eficiente?

1 – Faça uma análise da sua frota.

Verifique se todos os seus veículos estão em condições de uso e se precisam de manutenção;

Faça a conta de quantos km cada veículo faz por mês e quanto ele poderia fazer;

Esteja por dentro dos gastos de combustível, manutenção e salários dos motoristas e de todos que trabalham com essa gestão;

Verifique se os motoristas estão dirigindo da maneira correta para economizar combustível;

Feito isso você irá conseguir identificar os problemas, prevê-los e pensar nas possíveis soluções.

2 – Desenvolva uma política.

É importante planejar o futuro, definir metas e fazer o possível para alcança-las.

A criação desta política requer a discussão detalhada dos serviços que sua frota fornece, juntamente com o estabelecimento de regras, como as relativas à conduta no local de trabalho e ao tratamento esperado dos clientes.

A gestão de frota visa a redução de custos. Portanto, a política é uma combinação de seleções. E sabemos que o negócio é acessível.

3 – Coloque alguns planos em prática

  • Ofereça treinamentos para os seus motoristas:

É de suma importância que seus motoristas dirijam de uma maneira defensiva, economizando combustível e evitando gastos desnecessários com multas.

São motoristas com hábitos e costumes diferentes no volante, por isso você deve sempre capacitá-los e estabelecer um padrão de condução da sua frota.

  • Roteirize suas entregas:

Com o software roteirizador da Fusion DMS, você além de garantir que sua frota não encare estradas em más condições, irá também reduzir gastos com combustíveis.

O software faz o cálculo para melhor distribuição e também é capaz de identificar o menor caminho a ser percorrido, diminuindo os riscos de desvio de mercadoria e furtos.  

Atribuir isso a sua empresa resulta em agilidade, flexibilidade e o melhor de tudo: A satisfação dos clientes.

Entenda como uma roteirização logística pode salvar seus processos logísticos.

4 – Esteja atento à legislação.

Carros de frota percorrem vários quilômetros e passam por lugares diferentes todos os dias.

Portanto, eles são mais suscetíveis à inspeção.

Nesse caso, seu papel é entender a legislação, atentar para como ela descreve a frota da empresa e atentar para a situação jurídica de cada veículo.

Se houver uma multa, não perca o prazo e pague em dia quando não puder reverter as coisas.

5 – Gerencie custos por viagem

Cada viagem é única, com características próprias e custos diferentes em relação a outras viagens, mesmo no mesmo itinerário.

Entretanto, para controlar o custo de cada corrida, além dos reparos e desgaste das peças, é necessário registrar a quilometragem percorrida, o consumo de combustível e as despesas com os pilotos (incluindo hospedagem e alimentação, se for o caso).

Principais problemas que a gestão de frotas enfrenta

Mau uso dos veículos

É importante a conscientização por parte dos motoristas a respeito da conservação dos veículos e o uso adequado dos mesmos.

Portanto, deve-se oferecer um treinamento sobre condução defensiva, direção responsável, trafegar por vias preservadas e fresar o cuidado dos veículos como se fossem seus.

Para isso, é importante que as empresas criem uma política de gestão de frotas.

Baixa produtividade

Campanhas de comunicação internas devem ser realizadas com frequência para mostrar os valores da empresa e motivar os colaboradores a se esforçarem mais e dar o seu melhor.

Então, é importante mostrar que a empresa se importa com os seus colaboradores, mostrando do que são capazes de fazer e os impulsionando. Isso irá aumentar a produtividade!

Uso pessoal dos veículos

Embora os motoristas fazem o uso dos veículos corporativos, e precisam se conscientizar a respeito do seu papel e sobre a responsabilidade ao utilizarem os veículos da empresa.

Um dos pontos a serem abordados é o uso indevido dos veículos, a falta de cuidado com eles e, principalmente, a utilização para fins pessoais.

Contribuir para a redução de custos

Controlar os custos através da manutenção, proteção e abastecimento da frota é o maior desafio dos gestores das áreas.

No entanto, os sistemas de informação fornecem uma solução para rastrear com precisão os gastos.

Ao mesmo tempo, também é viável utilizar racionalmente os recursos e melhorar a produtividade da equipe.

Como resultado, os custos são diluídos e o impacto torna-se menos significativo.

Quer ter mais controle nos seus processos logístico, ser eficiente e melhorar a qualidade de trabalho dos seus colaboradores?

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Perda de estoque: 5 dicas de como reduzir agora!

A perda de estoque pode ser um grande contratempo para uma empresa, pois pode afetar as operações, os lucros e a lucratividade do negócio, resultando em uma série de perdas.

Os principais motivos para isso incluem roubo de itens, mau funcionamento, erros operacionais e falhas no registro de produtos.

Embora este seja um processo desafiador, a boa notícia é que existem algumas coisas que podem ser feitas em termos de controle de estoque que podem ter resultados muito positivos.

Em pequenas e micros empresas, prevenir a perda de estoque é ainda mais importante. Como as lojas trabalham com estoque reduzido nesses casos, além das perdas, sofrem com a frustração de não conseguir atender adequadamente os clientes.

Mas o que são as perdas de estoque?

Se existir uma diferença entre o que está no sistema que gerencia a quantidade exata de unidades que contém no estoque de uma empresa, isso é considerado uma perda de estoque.

Entretanto, identificar as perdas de estoque é de responsabilidade de uma equipe que avalia os resultados no inventário de mercadorias, no estoque e comparam com os resultados obtidos em seus relatórios.

Quando há esse problema em uma empresa pequena, pode dificultar todo o trabalho, já que pequenas empresas trabalham com estoques reduzidos e isso pode fazer com que elas não consigam atender a demanda corretamente.

Em uma grande empresa, o problema pode ser ainda mais grave, a perda de estoque pode ser fonte para um desperdício muito grande, capaz de levar a empresa a apresentar resultados muito baixos que no normal.

Compreender melhor os procedimentos de inventário perdido são essenciais para empresas de todos os tamanhos. Isso os ajuda a desenvolver uma vantagem estratégica sobre seus concorrentes.

Ao eliminar o desperdício e fornecer soluções confiáveis ​​ao seu público, qualquer organização pode mudar sua realidade por meio de um bom controle de estoque.

De onde surgem as perdas de estoque?

Para resolver adequadamente qualquer problema, é importante entender de onde ele veio. Isso pode ajudar a fornecer os recursos necessários para eliminar as perdas de estoque ou reduzi-las.

Existem vários tipos de fatos de perda de estoque. Esses fatos exigem que os gestores entendam o que os impulsiona e como resolver o problema. Os principais motivos para perda de estoque são:

1 – Furto

Furtar é o ato de tomar a propriedade de outra pessoa sem sua permissão.

As mercadorias que saem de uma empresa sem as medidas de segurança adequadas podem levar a muitos problemas. Isso inclui roubos internos, inventário perdido e problemas com fontes externas.

Portanto, é importante controlar quem tem acesso às ações da empresa. Não apenas pessoas não autorizadas devem ser impedidas de acessar o estoque, mas os funcionários também devem ser monitorados ao remover itens.

A contagem de produtos no estoque corporativo é uma sugestão para uma gestão eficaz do estoque. Além disso, as pessoas devem orientar a equipe durante a execução dessa tarefa.

2 – Avarias

Não são apenas ações propositais que causam perdas de estoque. É necessário levar em conta os problemas que surgem como resultado de situações descontroladas.

Um exemplo comum diz respeito às operações de transporte e armazenamento de produtos. Se não houver maior rigidez nesse sentido, os objetos podem ser parciais ou totalmente avariados, mesmo que o funcionário não pretenda prejudicar a empresa.

Consequentemente, podem surgir problemas quando o produto é movimentado ou se não estiver devidamente estruturado no espaço de armazenamento.

Entretanto, também pode acontecer quando a empresa não tenha soluções simples como, por exemplo, carroças de carga e prateleiras especiais que possam facilitar a colocação e manuseio de produtos no armazém.

3 – Falhas gerenciais

registros criados incorretamente e vendas realizadas sem registro junto à administração da empresa são exemplos de erros administrativos que comprometem a gestão de estoque da empresa.

Esse tipo de problema na verdade está mais relacionado à falta de processos bem estabelecidos dentro da empresa geralmente quando não existe um sistema separado para isso.

Assim, a consequência é que trabalha sempre com estoques contábeis, com informações imprecisos que tendem a gerar prejuízos no futuro.

4 – Falhas operacionais

Como você e sua equipe procedem no dia afetará seu inventário. A falta de uma política claramente definida de reabastecimento pode causar interrupções operacionais, por exemplo: vender mercadorias recém-adquiridas antes mesmo de permanecer em estoque.

Esse tipo de situação parece inofensiva, mas isso pode causar problemas no futuro, como a perda de itens vencidos no depósito.

Consequentemente, precisamos pensar em como evitar esse tipo de falha. As regras de estoque são importantes e devem ser seguidas considerando fatores como data de recebimento do produto e controle de lote.

Por isso, o sistema de controle de estoque também emerge como solução, pois protege seu negócio de falhas operacionais.

5 dicas de como evitar a perda de estoque

1 – Realizar o inventário do estoque

Uma boa dica para evitar a perda de estoque é o inventário rotativo, que é o inventário realizado com mais frequência e tem como objetivo, identificar a falta de itens com prazo de validade mais próximo e produtos cadastrados no sistema.

Com a implementação desta prática, é possível identificar com mais clareza a base do problema e, desta forma, desenvolver as medidas mais adequadas para resolvê-lo.

2 – Ter cuidado com as compras

O excesso de estoque é outro motivo que leva ao desperdício do produto, particularmente em situações em que o produto expirou. Os dados de estoque devem ser integrados e otimizados com o departamento de vendas, garantindo que o armazém tenha a quantidade ideal de itens.

Também é responsabilidade do departamento de compras evitar que a organização perca estoque. Por isso, são necessários políticas robustas de informação e gestão.

3 – Controlar os recebimentos

A atenção ao potencial perda de estoque começa quando os fornecedores enviam produtos para a empresa. É neste momento que dados relevantes como quantidade, condição dos itens entregues, validade e outras informações devem ser cuidadosamente registrados.

Com base nesses registros, os funcionários responsáveis ​​pelo controle de estoque poderão tomar as decisões mais adequadas quanto ao armazenamento distribuição e exposição dos produtos adquiridos, ajudando assim a evitar perdas.

4 – Verificar a rotatividade dos produtos

É necessário conhecer os produtos que o distribuidor possui, como o fluxo de circulação desses itens. Por esse motivo, é importante ter os dados certos na mão e analisá-los de forma eficaz.

Isso contribui para a determinação de indicadores, bem como a detecção dos produtos com mais emissões, o período de estoque vazio e principalmente suspensões de produtos.

Dessa forma, é possível criar as melhores estratégias para vender mais rápido e evitar que elas se convertam em prejuízos.

5 – Faça uma boa gestão de estoque

A gestão de estoque é um dos principais processos que garantem o sucesso de uma empresa. Em última análise, controlar a movimentação de todos os produtos em uma instituição facilita evitar o desperdício.

O tempo, a exibição nas prateleiras o transporte e outros fatores são questões que a equipe de controle de estoque da empresa deve monitorar de perto, pois são as principais causas de desperdício.

Agora que você já está ciente do que a perda de estoque pode causar na sua empresa, está na hora de implementar essas dicas na sua rotina e evitar prejuízos na sua empresa.

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Logística Reversa: Impactos, Benefícios e Importância

A logística Reversa ou logística Verde são estratégias e meios para recolher e dar encaminhamento ao processo de pós-venda ou pós-consumo ao setor empresarial, para reutilizar ou garantir que os resíduos vão para o caminho correto, evitando ao máximo a poluição.

Esse conceito ganhou popularidade com a publicação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305, de agosto de 2010). Portanto, foi elaborado um acordo entre os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes, sobre a introdução da responsabilidade compartilhada no ciclo de vida do produto.

Para implantar uma política de logística reversa é preciso saber em qual setor a empresa atual, podendo ser, fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de agrotóxicos, pilhas e baterias, pneus, óleos lubrificantes (seus resíduos e embalagens), produtos eletrônicos e seus componentes.

Caso a empresa atue em outro setor, também é possível fazer parte da logística reversa, desenvolver, fabricar e colocar no mercado produtos que possam ser reutilizados ou reciclados futuramente.

Quais os formatos de logística reversa?

A logística reversa pode assumir duas formas: pós-venda e pós consumo. Primeiro, o produto é devolvido à cadeia de suprimentos antes de ser usado pelo consumidor ou quando raramente é usado (por exemplo, devido a um defeito descoberto ou a um erro no processamento do pedido).

Para isso, as empresas precisam planejar o recebimento e o encaminhamento dos itens, construindo em sua estratégia organizacional formas de controle do fluxo físico e das informações logísticas.

Muitas vezes, os produtos podem ser aprimorados e revendidos, agregando valor. No pós consumo, os produtos são comprados, usados ​​e desfeitos pelos consumidores, que são considerados inadequados para consumo primário ao final do prazo de validade.

Assim como no pós-venda, as empresas devem estar preparadas para receber os itens e fornecer uma rota adequada de reutilização para retornar ao ciclo de produção, reciclagem ou desmontagem e, em seguida, tratamento ambiental adequado (somente se a reintrodução no mercado não for viável).

A logística reversa é uma estratégia diferente, onde tudo começa com um plano que delineia ações, desde a coleta até a reutilização, reciclagem ou desmontagem.

Então, como em qualquer planejamento de negócios, o segredo está em implementar as medidas passo a passo e avaliar os resultados.

O papel dos consumidores

Entretanto, o papel dos consumidores é fazer a devolução do produto em um local específico, conforme determinado pelo comerciante ou distribuidor.

 Eles podem encaminhar os resíduos ao fabricante ou importador para descarte adequado e sustentável.

A implementação da logística reversa é uma importante aliada da economia circular. Pois ao devolver os resíduos ao ciclo produtivo, os materiais deixam de ser resíduos e passam a ser matérias-primas para novos produtos.

Ao mesmo tempo em que conscientiza a população por meio da educação ambiental, a logística reversa pode ajudar a minimizar o impacto ambiental da má gestão de resíduos, um passo importante para a sustentabilidade.

Vantagens da logística reversa

Agora que você sabe o que é a logística reversa e como ela funciona, vamos dar uma olhada em seus benefícios.

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, esse tipo de atividade é essencial porque possui as seguintes vantagens:

  1. A logística reversa é boa para a economia, pois gera recursos sustentáveis ​​e mais renda;
  2. Ajuda a preservar o meio ambiente, pois reduz a necessidade de novas matérias-primas e evita o descarte inadequado de resíduos;
  3. Melhorar a qualidade de vida dos cidadãos que passam a viver em ambientes mais saudáveis, limpos e responsáveis;
  4. É um importante incentivo para a valorização, reutilização e eliminação ecológica dos resíduos;
  5. Compartilhamento da responsabilidade pela gestão de resíduos na sociedade, envolvendo os setores público, privado e sociedade civil;
  6. Melhorar significativamente a eficiência do uso industrial dos recursos naturais;
  7. Ajuda a prolongar a vida útil de um aterro sanitário ao reinserir a maior parte dos resíduos na cadeia produtiva sempre que possível;
  8. Aumentar a oferta de produtos ecologicamente corretos tem mais incentivo para a geração de novos negócios, empregos e renda.

Objetivos da logística verde

De acordo com as informações fornecidas pela CETESB, o sistema de logística verde tem os seguintes objetivos:

  • Proteger o meio ambiente e a saúde pública;
  • Criar oportunidades de negócios com base no potencial de reavaliação das cooperativas de resíduos e reciclagem;
  • Usar a sustentabilidade para substituir o uso de recursos naturais por materiais reutilizáveis ​​e reciclados;
  • Redistribuir direitos e obrigações para a gestão de resíduos;
  • Melhorar fisicamente a gestão de resíduos;
  • Transferir responsabilidades de gestão para o setor privado;
  • Melhorar a eficiência do uso dos recursos naturais pela sociedade (reutilização, reciclagem e valorização);
  • Promover o ecodesign (melhoria ambiental no design de produtos e embalagens).

O processo da logística reversa e o conceito do ciclo da vida

Por trás do conceito de logística verde está um conceito mais amplo, o “ciclo de vida”. Do ponto de vista logístico, o ciclo de vida de um produto não termina com a entrega ao cliente.

Produtos danificados ou inutilizáveis ​​devem ser devolvidos ao local de origem para descarte, reparo ou reutilização adequada.

Do ponto de vista financeiro, no ciclo de vida de um produto, além dos custos de aquisição de matéria-prima, custos de produção e custos de armazenamento, existem obviamente outros custos relacionados à sua gestão em contracorrente de processo completo.

Do ponto de vista ambiental, esta é uma forma de avaliar o impacto que um produto tem no meio ambiente ao longo de seu ciclo de vida.

Essa abordagem sistemática é essencial para planejar o uso dos recursos logísticos para cobrir todas as etapas do ciclo de vida do produto.

A logística reversa pode te ajudar a encontrar uma solução para os produtos que foram danificados ou devolvidos pelos clientes, você pode ajudar o meio ambiente, aumentando a sustentabilidade.

Além disso também é possível aumentar a eficiência dos seus processos logísticos, evitando o acumulo dos produtos devolvidos, facilitando o descarte.

KPIs logísticos para elevar nível de serviço e processos

O uso de KPIs logísticos permite que gestores acompanhem detalhadamente o desempenho de cada processo com valores de fácil análise.

KPI é a sigla para Key Performance Indicator (Indicador Chave de Desempenho), uma ferramenta utilizada na gestão logística para avaliar o desempenho de processos.

Desta forma, o gestor logístico irá fazer análises das atividades e poderá acompanhar o desempenho do negócio, durante uma venda ou na realização de um serviço.

Os melhores KPIs são aqueles que tem acompanhamento em tempo real a partir de um dashboard com todos os dados para fornecer o processo mais fácil e permitir que os gestores façam ajustes rápidos para tomar melhores decisões.

Mas, o que significa KPIs logísticos na prática?

O KPI na prática aponta o nível de desempenho e a qualidade que um processo deve atingir. Já que é a partir dessa análise que o gestor saberá se está batendo suas metas ou se precisa mudar algo a fim de alcançar seus objetivos.

Os indicadores a serem mensurados precisam ser calculáveis para que haja um índice que gere valor para medir o seu desempenho.

O papel do KPI é acompanhar atividades como: Fluxo de trabalho, nível de estoque, troca de itens, e descartes.

O gestor, ao verificar os processos logísticos da empresa, irá utilizar informações dos KPIs para avaliar quais medidas precisam ser tomadas a fim de melhorar a performance e o rendimento do seu setor.

Também é possível usar o KPI para redesenhar um processo, criando um novo e mais eficiente, utilizando o método PDCA.

Na prática, 2 exemplos de utilização de KPIs logísticos:

1 – Loja de calçados:

Se você tem uma loja de calçados você pode usar o KPI para avaliar os seguintes processos logísticos.

  • Quantos pares de sapatos são vendidos por semana, mês ou ano;
  • Quantas entregas sua empresa recebe do seu fornecedor por semana;
  • Verificar quantos pares há no seu estoque.

2 – Loja virtual (e-commerce):

  • Analisar o número de entregas feitas em um determinado período;
  • Qual a capacidade média por caminhão que parte para as entregas;
  • Qual o tempo de um percurso diário, este KPI irá medir quanto tempo o seu motorista levou para realizar as entregas.

Entretanto, existem KPIs específicos para determinados negócios.

Portanto, além de ter KPIs específicos para o seu negócio, você pode usar KPIs de outras empresas e realizar um benchmarking, ou seja, uma análise de mercado que busca comparar a performance do seu com os dos demais negócios.

Afinal, quais são os melhores KPIs para tornar seus processos logísticos mais eficientes?

4 KPIs que aumentam o sucesso dos processos logísticos

Toda empresa tem como dever cumprir alguns objetivos básicos, são eles: reduzir custos, otimizar tempo, melhorar a produtividade a fim de garantir que os processos sejam de boa qualidade.

Sabendo que toda empresa precisa cumprir esses objetivos, existem 4 KPIs que podem ajudar nesse processo, são eles:

1 – Indicadores financeiros

Controladores de custos operacionais de instalação dos armazéns.

Exemplo: Processos de verificação do inventário, espaço utilizado e rotatividade de estoques.

2 – KPIs de produtividade

Avaliar o sucesso dos processos, medindo a produção real comparando aos recursos que foram utilizados para produzir. Com o intuito de produzir mais com menos recursos.

3 – Indicadores chave relacionados ao tempo:

Na logística, tempo é dinheiro e no armazém esse lema é levado muito a sério. Entretanto, os KPIs logísticos no armazém são, em sua maioria, porcentagens de cumprimento de prazos ou tempo de recebimento das entregas.

4 – KPIs de qualidade:

Responsável por controlar o nível de serviço por proporção de clientes. A fim de saber quais foram as entregas que foram entregues no prazo, pedidos errados, reentregas ou danificados no estoque ou transporte.

Por que os KPIs são tão importantes nos seus processos logísticos?

Com o propósito de proporcionar informações objetivas a respeito dos processos logísticos, os KPIs também ajudam os gestores a terem um controle maior sobre o negócio podendo trazer resultados surpreendentes.

Ao usar essa ferramenta você terá uma visão mais ampla sobre todos os procedimentos que ocorrem dentro do seu setor, facilitando as tomadas de decisões. As decisões se tornarão mais fáceis e assertivas.

Portanto, quando os gestores usam KPIs da maneira correta, aumentos expressivos na produtividade, satisfação do cliente, redução de gastos, erros e falhas se tornam recorrentes, gerando mais lucro para a sua empresa.

Fazer o uso de ferramentas como estas podem aumentar seus lucros em um número considerável. E então, você já adota ou vai implantar agora os KPIs na sua logística?