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Inteligência artificial na logística funciona?

O setor logístico passou por uma grande revolução com a chegada da logística 4.0 que enfatizou o uso da tecnologia bem como a inteligência artificial. 

Tudo isso tornou-se realidade graças aos softwares de análises de dados, monitorando de forma online  estoques, transportes e o sistema de produtividade.

A inteligência artificial veio para melhorar o alcance, eficiência e a qualidade dos processos logísticos.

Mas afinal o que é inteligência artificial? 

Conhecida popularmente como IA ou AI, termo que  deriva do inglês (Artificial intelligence). Esse avanço tecnológico possibilita que sistemas simulem uma inteligência muito parecida com a humana como resultado.

Portanto, a IA vai muito além de uma programação de determinadas ordens para tomadas de decisões. 

É uma área da ciência da computação que define a inteligência humana através de simulações feitas a partir de máquinas e sistemas. O intuito é solucionar problemas com a finalidade de automatizar processos.

Como a inteligência artificial pode melhorar a logística de um negócio?

É inegável que a era digital trouxe mudanças na estrutura das organizações. Entretanto, com o passar do tempo foram surgindo diversas tecnologias que vêm sendo adquiridas por indústrias e outros tipos de negócios, a fim de gerar uma maior competitividade. 

A inteligência artificial quando usada em conjunto com outras tecnologias como: Internet das coisas (IoT), Big Data e computação na nuvem, oferecem infinitas possibilidades a fim de aprimorar técnicas e execução de tarefas. 

Contudo, a IA funciona como uma base fundamental para desenvolver outras tecnologias voltadas para o melhor gerenciamento das operações logísticas de uma empresa. 

O que é a inteligência artificial e como funciona na logística?

A IA é uma nova tendência de mercado onde empresas logísticas usam soluções digitais para melhorias como redução de custos e a rapidez das entregas em etapas diferentes. 

A indústria 4.0 é o que justifica a chegada da inteligência artificial na logística. Contudo, esse novo movimento da indústria busca criar processos mais digitas. 

Portanto, os processos manuais são substituídos por automáticos, agora a grande maioria das tarefas são feitas por softwares, garantindo uma maior eficiência dos processos. 

Entretanto, para alcançar os objetivos que a logística 4.0 proporciona é preciso digitalizar processos e aderir às novas soluções, são elas: Big Data, IoT e por último a IA. 

Ao fazer o uso de softwares inteligentes é possível automatizar alguns processos como:

  • Receber mercadorias;
  • Fazer devoluções;
  • Armazenar estoques;
  • Separar produtos;
  • Realizar entregas. 

Quais são as tendências da IA na logística?

Algumas tendências já estão sendo usadas, entretanto, outras ainda estão em processo de desenvolvimento para um futuro próximo. Confira! 

Computação em nuvem 

É possível abrigar na internet alguns recursos de software, rede, armazenar, recuperar, analisar. Contudo, ainda é capaz de usufruir da inteligência de dados, facilitando as atividades como gerir frotas e realizar pedidos e entregas. 

Veículos independentes e drones 

Veículos autônomos já são uma realidade no formato de empilhadeiras, carros de pátio e depósito. Adotá-los em vias públicas requer supervisão humana, entretanto, são só por questões de segurança. 

Todavia, o uso da inteligência artificial permite que a médio prazo tornem os veículos cada vez mais autônomos, a partir de sensores e dispositivos de direção autônoma. 

Blockchain

É utilizado para agilizar processos de registro de transações além de rastrear ativos de uma rede de empresas. Portanto, é uma tecnologia filha da IA que compartilha dados de maneira mais segura e ágil. 

Contudo, essa tecnologia permite diminuir a complexidade das cadeias de suprimentos e garante uma automação confiável e transparente diante de processos comerciais e administrativos. 

Vantagens da inteligência artificial na logística

A IA surgiu para somar e facilitar a vida das empresas logísticas, e para aquelas que dependem de processos logísticos. Confira algumas vantagens de utilizar IA na sua empresa! 

Facilita a tomada de decisões 

Erros podem custar caro na logística, empresas lidam com uma enorme quantidade de informações diariamente. Porquanto, existem softwares que analisam os dados para otimizar a tomada de decisões, com baixas chances de erros. 

A inteligência artificial também pode otimizar rotas de entrega, entre outras vantagens na logística.

Reduz gastos logísticos 

A inteligência artificial permite tomar decisões mais certeiras, o que também resulta em uma redução nos gastos com logística. 

Os sistemas de IA são projetados para otimizar os gastos, diminuindo-os de diversas maneiras.

  • planejar  rotas para o transporte de cargas;
  • alocação inteligente de mercadorias nos armazéns;
  • definir o momento ideal de realizar manutenção dos veículos;
  • reduz custos, como combustível e pneus.

Aumenta a produtividade das empresas 

A produtividade logística cresce como consequência direta da tomada de decisões e da redução de gastos. 

Isto ocorre principalmente devido à capacidade da inteligência artificial (IA) de ler e interpretar os dados para solucionar um problema da melhor forma. 

A inteligência artificial na logística permite uma produção e operação padronizadas conforme os objetivos da gestão, facilitando a escalabilidade do negócio em um menor período.

Garante maior satisfação de clientes 

Ninguém gosta de receber entregas atrasadas, seja o consumidor final ou a própria empresa. Devido a todas as vantagens mencionadas acima, a inteligência artificial na logística também ajuda a garantir maior satisfação do cliente. 

Prazos de entrega mais curtos, preços mais atrativos e rastreamento de pedidos são alguns dos principais fatores.

Auxilia no gerenciamento de frotas 

É capaz de automatizar a gestão de frotas, portanto, com um sistema inteligente é possível rastrear frotas, supervisionar entregas, fazer o acompanhamento das cargas e verificar se os veículos da sua frota tiveram multas ou não. 

Isso gera maior facilidade na hora de identificar quais caminhões estão rodando e qual tipo de carga, além disso é capaz de verificar os custos com combustíveis da sua frota. 

Confira o que empresas falam a respeito da inteligência artificial:

Quer começar a introduzir a inteligência artificial na sua logística? A Fusion pode te ajudar nisso! 


Contamos com um software roteirizador que auxilia nas entregas, aumentando a agilidade e volume de entregas por dia. 

Quer saber mais? Agende um bate-papo com a gente, te esperamos lá! 

Como funciona a logística no E-commerce?

A logística está presente em todo e qualquer negócio, entretanto, os processos logísticos são muito importantes para que as empresas desempenhem um bom papel, e no e-commerce não poderia ser diferente.

Ter um controle de estoque, cálculo do frete, planejar as vendas e empacotar os produtos são fundamentais com a finalidade de garantir uma boa experiência de compra para os clientes.

Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Comércio eletrônico (ABComm) relata que 61% das lojas virtuais enfrentam problemas com entregas.

Contudo 39% dos entrevistados relataram que, extravios, furtos e roubos são os principais problemas enfrentados.

Qual o papel da logística no e-commerce?

No e-commerce, a maioria das transações ocorrem online e, após todas as etapas serem aprovadas, os produtos físicos são enviados aos clientes pelos métodos tradicionais de envio.

Como outros programas, a logística de comércio eletrônico precisa ser estruturada em torno de modelos de negócios para atingir três objetivos principais na área:

  • Reduzir custos;
  • Economia de gastos;
  • Satisfazer os clientes com o serviço.

Entretanto, para ter um bom planejamento logístico no e-commerce é preciso conhecer todo o processo e saber quais etapas seguir para um bom desempenho.

Confira algumas das etapas que compõem a logística do e-commerce:

  • recebimento e conferência da mercadoria;
  • armazenamento e identificação;
  • reposição de estoque;
  • separação dos pedidos;
  • preparação do produto (conferência, embalagem e etiquetagem);
  • envio para a transportadora;
  • rastreamento de pedidos enviados;
  • controle de entrega.

Como deve ser feito o planejamento da logística para e-commerce?

Para ter uma logística eficiente é necessário elaborar um bom planejamento, afinal é preciso saber como executa-lo corretamente.

Contudo, o planejamento da logística no e-commerce são separados por níveis, são eles:

Estratégico

Definir os objetivos e metas que precisam ser alcançados no geral e em longo prazo. Vale ressaltar que essas definições precisam estar condizentes com a realidade da empresa.

Tático

Nessa fase é preciso definir as ações que serão necessárias para alcançar os objetivos e metas que foram estabelecidas no nível anterior. São divididas por setores a fim de orientar o nível operacional.

Operacional

Já aqui é o nível de implementação das ações definidas anteriormente. Portanto, será necessário um monitoramento a fim de gerar dados para analise do nível estratégico.

Gestão de custos logísticos

A gestão de custos logísticos é a gestão de todas as despesas necessárias como armazenagem, frota, transporte e tecnologia de acordo com as necessidades logísticas da empresa.

Geralmente, esses custos têm um grande impacto na receita de uma empresa.

Contudo, o e-commerce precisa investir no monitoramento e pesquisa desses custos a fim de encontrar estratégias para reduzi-los sem comprometer a qualidade dos serviços prestados.

Quais os benefícios de uma boa gestão de custos?

  • Redução de custos;
  • Aumento da lucratividade;
  • Maior produtividade;
  • Possibilidade de investimento em setores diferentes;
  • Maior competitividade no mercado.

O vilão do e-commerce

Uma pesquisa realizada pela ABCOMM durante 3 anos, 2013, 2015 e 2017 afirma que o maior vilão do e-commerce são os custos logísticos.

Contudo, o frete é um dos responsáveis pelos altos custos logísticos no e-commerce com 58,1%. Em relação ao ano de 2015 esse custo teve uma queda se comparado com o aumento dos custos de manuseio e armazenagem.

Fonte: ABComm & ComSchool 2017.

Portanto, deixar de lado os processos manuais, investir em automação, capacitação dos colaboradores e elaborar uma boa gestão de produtividade podem aumentar o desempenho e por consequência a diminuição dos custos.

O que fazer para a logística no E-commerce dá certo?

Evite atrasos no prazo de entrega

Atrasar pedidos gera insatisfações ao cliente. Portanto, para evitar isso é preciso de uma gestão de entregas eficiente e um maior controle das operações.

Após uma confirmação do pedido e pagamento o vendedor deve providenciar a separação do pedido, embalar e emitir a nota fiscal do mesmo e entregar a transportadora.

Entretanto, deve-se lembrar que o tempo de entrega começa a contar desde a confirmação do pagamento do produto.

Invista em KPIs logísticos

KPI é a sigla para Key Performance Indicator (Indicador Chave de Desempenho), uma ferramenta utilizada na gestão logística para avaliar o desempenho de processos.

Existem vários KPIs, mas o mais importante no E-commerce é o On Time Full (OTIF), responsável por medir a eficácia no cumprimento dos prazos e da eficiência de todos os processos de atendimento.

A acuracidade do inventário serve para medir a diferença entre o estoque físico e as informações que constam no sistema do controle de estoque.

Contudo, o Order Fill Rate (OFR) serve para medir o tempo interno que foi preciso para o processamento do pedido.

Escolha a melhor forma de transporte dos seus pedidos

A escolha do meio de transporte vária pelo tamanho das mercadorias, entretanto, se o produto que você vender tiver tamanhos consideráveis, é mais vantajoso utilizar transportadoras, pois os Correios cobram taxas adicionais para produtos com grandes volumes.

Além disso, é preciso considerar a velocidade de entrega e verificar a segurança para não ocorrer furtos e extravios.

Vale salientar que cada tipo merece uma proteção adequada, pois pode variar dependendo da estrutura dos mesmos.

Comunicar seus clientes é importante

O processo de compra online exige que o produto passe por etapas, é de suma importância estar atualizando o cliente a respeito da confirmação do pedido, localização e identificação do produto, a fim de proporcionar uma maior segurança aos consumidores.

Exibir feedbacks de outros compradores também é uma forma de tranquilizar seus clientes.

Como todo e qualquer negócio, imprevistos podem ocorrer, pro isso invista em capacitar sua equipe para atender telefones, rastrear encomendas e contactar fornecedores, além dos operadores logísticos, em casos de extrema urgência.

É importante lembrar ao cliente que ele poderá efetuar o processo de devolução ou troca de produtos.

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Caminhão elétrico no Brasil vale a pena investir?

Com a grande alta dos índices de gases poluentes, investir em caminhões elétricos é uma boa alternativa para contribuir com o meio ambiente.

Diante dessa situação, montadoras estão fazendo o possível para se livrar dos motores a combustão até o ano X ou Y.

De um ou dois anos para cá, cidades europeias falam em aumentar a restrição aos veículos a combustão, para incentivar o uso dos veículos elétricos, porém, ainda sem uma análise mais profunda das consequências.

Desafios tecnológicos, ambientais e econômicos precisam ser vencidos para tornar viável a mobilidade elétrica.

Afinal, o que é um caminhão elétrico?

Os grandes tanques de combustíveis foram substituídos por baterias, e são delas que vem a potência bruta.

Porém, nem tudo são flores, um caminhão elétrico pode chegar a custar o dobro de um a diesel. Mas porque existe essa diferença de preço?

Além de ser uma novidade, os custos operacionais diminuem drasticamente com o caminhão elétrico, além de evitar a emissão de gases poluentes, já que com motores elétricos não há queima de combustível.

Consumo e potência

A um tempo atrás os elétricos deixavam muito a desejar nesses quesitos, mas pesquisas mostram que houve uma evolução se comparado aos caminhões tradicionais.

O consumo de energia teve uma mudança considerável e melhorou com o passar do tempo, agora, já é possível rodar muito mais e consumir menos energia.

Portanto, para os amantes dos motores a combustão e ama o ronco dos motores a diesel mais clássico, talvez, não vá gostar muito dessa novidade de “motor elétrico”.

Afinal, eles são silenciosos por não conter escapamento, por onde sai a fumaça da queima de combustível.

Qual a diferença entre o caminhão a diesel e o elétrico?

A grande diferença entre os modelos a diesel e elétricos são os preços e a autonomia.

Contudo, os caminhões a diesel costumam ser mais baratos e terem uma maior autonomia. Porém, os custos operacionais são altos, maior gasto com manutenção, além da emissão de gases poluentes no meio ambiente.

Já os elétricos, perdem no alto preço e na menor autonomia, mas ganham em ter os custos operacionais mais baixos, além de ter uma vantagem ecológica por não produzirem poluentes, o que é uma alternativa atrativa para muitos frotistas.

Vantagens e desvantagens

Como citado anteriormente, para algumas pessoas a desvantagem aos caminhões elétricos é o custo de compra muito alto, chegando a custar 2x mais caro que o preço de um caminhão tradicional.

Entretanto, existem diversas vantagens relacionadas a aquisição dos modelos elétricos, são eles:

Solução sustentável

Os motores elétricos possuem baixo impacto ao meio ambiente e são ecologicamente mais corretos que os tradicionais.

Maior possibilidade de integração com outras tecnologias

A uma maior variedade de tecnologias que podem ser agregadas aos elétricos, tendo em vista sua capacidade de modificação, através dos seus computadores de bordo, além dos rastreadores que já são obrigatórios no transporte de cargas.

Motores elétricos chegam a ter a mesma potencial que os motores a diesel

Não há motivos para não ver os elétricos como vantagem se comparado com a sua potência.

Os motores elétricos conseguem ter o mesmo desempenho que alguns tradicionais, chegando a ter 200km de autonomia.

Empresas já estão desenvolvendo testes para aperfeiçoar esses motores, deixando mais potente, podendo ficar acima de 100 cavalos de força.

Baixo custo operacional

Mesmo que o custo para aquisição seja alto, especialistas do setor de transporte afirmam que o custo operacional é reduzido em 65%. O motivo desse baixo custo é: o preço dos quilowatts por quilômetro é mais econômico que o do diesel.

Quais empresas já estão utilizando o modelo elétrico no Brasil?

Se você ainda se pergunta se vale a pena investir em caminhões elétricos e renovar suas frotas, saiba que já existem empresas brasileira que estão investindo alto em caminhões elétricos.

A Ambev contém uma frota com mais de 1.200 caminhões elétricos VWCO, outras 1.200 estão sendo negociadas com a FNM-Agrale. PepsiCo, DHL e Manlog também estão investindo nesse setor.

Existem outras opções além dos elétricos?

Ainda baseados em motores a combustão, existem dois outros combustíveis do tipo diesel que reduzem as emissões de CO2 em 85 a 90 por cento: um deles é o HVO. Entretanto, o mais comum para nós brasileiros é o biodiesel.

O biodiesel (ou Fame, éster metílicos de ácidos graxos) é um tipo de diesel que pode ser feito de diferentes fontes, como óleo de canola, óleo vegetal e óleo de cozinha usado.

No entanto, biodiesel já é comum no Brasil, usado principalmente em ônibus urbanos, e reduz em 85% a emissão de dióxido de carbono.

O óleo vegetal hidrogenado (HVO) é feito a base de óleo usado, óleo de colza, óleo de palma e gordura animal.

A maior diferença entre o biodiesel e o HVO é o processo de fabricação: o biodiesel é feito através do processo químico de transesterificação, no qual a matéria-prima reage com um álcool (geralmente metanol).

No entanto, HVO é produzido através do hidro processamento químico (HDT). A matéria-prima reage com hidrogênio sob condições controladas de temperatura e pressão. A redução de CO2 do HVO pode chegar a 90%.

Modelos Elétricos, Híbridos e Híbridos do tipo Plug-in

Aqui temos três tipos diferentes de caminhões elétricos. Primeiro, o modelo 100% elétrico, ou seja, o modelo que funciona com o motor elétrico e, claro, a bateria. No Brasil, já existem caminhões 100% elétricos, incluindo o Volkswagen e-Delivery, que está disponível em duas versões:

O e-Delivery 11 é um modelo 4×2 (2 eixos) e o e-Delivery 14 é um 6× 2. (3 eixos). JAC e BYD também oferecem caminhões 100% elétricos no Brasil.

No segmento híbrido, a Scania oferece modelos híbridos L, P e G para o mercado europeu. Simples de operar: o caminhão está equipado com um motor diesel e um motor elétrico.

Portanto, ao contrário de alguns carros, o caminhão é possível escolher qual motor vai ser usado. Em algumas situações, como ladeiras, o motor elétrico pode não ser suficiente.

Além disso, os motores a diesel podem receber o já mencionado biodiesel ou tipo de combustível HVO.

Por fim, temos os híbridos plug-in, que funcionam da mesma forma que os híbridos. A diferença é a bateria que pode ser carregada nele, assim como um caminhão 100% elétrico.

Este modelo é mais adequado para clientes que rodam na cidade, as baterias podem ser recarregadas no ponto de carga e descarga.

Quero diminuir custos operacionais, mas não consigo investir nos elétricos, o que devo fazer?

Há uma grande vantagem de investir nos elétricos, porém o retorno é em longo prazo e os impactos causados no meio ambiente é eminente, mas os elétricos podem facilitar seus processos logísticos.

Entretanto, se sua empresa ainda não é capaz de investir nos motores elétricos, saiba que há uma alternativa.

Investir em KPIs logísticos, também podem diminuir os custos operacionais e aumentar os ganhos.

A Fusion S.A também pode te ajudar a diminuir os custos operacionais.

Perda de estoque: 5 dicas de como reduzir agora!

A perda de estoque pode ser um grande contratempo para uma empresa, pois pode afetar as operações, os lucros e a lucratividade do negócio, resultando em uma série de perdas.

Os principais motivos para isso incluem roubo de itens, mau funcionamento, erros operacionais e falhas no registro de produtos.

Embora este seja um processo desafiador, a boa notícia é que existem algumas coisas que podem ser feitas em termos de controle de estoque que podem ter resultados muito positivos.

Em pequenas e micros empresas, prevenir a perda de estoque é ainda mais importante. Como as lojas trabalham com estoque reduzido nesses casos, além das perdas, sofrem com a frustração de não conseguir atender adequadamente os clientes.

Mas o que são as perdas de estoque?

Se existir uma diferença entre o que está no sistema que gerencia a quantidade exata de unidades que contém no estoque de uma empresa, isso é considerado uma perda de estoque.

Entretanto, identificar as perdas de estoque é de responsabilidade de uma equipe que avalia os resultados no inventário de mercadorias, no estoque e comparam com os resultados obtidos em seus relatórios.

Quando há esse problema em uma empresa pequena, pode dificultar todo o trabalho, já que pequenas empresas trabalham com estoques reduzidos e isso pode fazer com que elas não consigam atender a demanda corretamente.

Em uma grande empresa, o problema pode ser ainda mais grave, a perda de estoque pode ser fonte para um desperdício muito grande, capaz de levar a empresa a apresentar resultados muito baixos que no normal.

Compreender melhor os procedimentos de inventário perdido são essenciais para empresas de todos os tamanhos. Isso os ajuda a desenvolver uma vantagem estratégica sobre seus concorrentes.

Ao eliminar o desperdício e fornecer soluções confiáveis ​​ao seu público, qualquer organização pode mudar sua realidade por meio de um bom controle de estoque.

De onde surgem as perdas de estoque?

Para resolver adequadamente qualquer problema, é importante entender de onde ele veio. Isso pode ajudar a fornecer os recursos necessários para eliminar as perdas de estoque ou reduzi-las.

Existem vários tipos de fatos de perda de estoque. Esses fatos exigem que os gestores entendam o que os impulsiona e como resolver o problema. Os principais motivos para perda de estoque são:

1 – Furto

Furtar é o ato de tomar a propriedade de outra pessoa sem sua permissão.

As mercadorias que saem de uma empresa sem as medidas de segurança adequadas podem levar a muitos problemas. Isso inclui roubos internos, inventário perdido e problemas com fontes externas.

Portanto, é importante controlar quem tem acesso às ações da empresa. Não apenas pessoas não autorizadas devem ser impedidas de acessar o estoque, mas os funcionários também devem ser monitorados ao remover itens.

A contagem de produtos no estoque corporativo é uma sugestão para uma gestão eficaz do estoque. Além disso, as pessoas devem orientar a equipe durante a execução dessa tarefa.

2 – Avarias

Não são apenas ações propositais que causam perdas de estoque. É necessário levar em conta os problemas que surgem como resultado de situações descontroladas.

Um exemplo comum diz respeito às operações de transporte e armazenamento de produtos. Se não houver maior rigidez nesse sentido, os objetos podem ser parciais ou totalmente avariados, mesmo que o funcionário não pretenda prejudicar a empresa.

Consequentemente, podem surgir problemas quando o produto é movimentado ou se não estiver devidamente estruturado no espaço de armazenamento.

Entretanto, também pode acontecer quando a empresa não tenha soluções simples como, por exemplo, carroças de carga e prateleiras especiais que possam facilitar a colocação e manuseio de produtos no armazém.

3 – Falhas gerenciais

registros criados incorretamente e vendas realizadas sem registro junto à administração da empresa são exemplos de erros administrativos que comprometem a gestão de estoque da empresa.

Esse tipo de problema na verdade está mais relacionado à falta de processos bem estabelecidos dentro da empresa geralmente quando não existe um sistema separado para isso.

Assim, a consequência é que trabalha sempre com estoques contábeis, com informações imprecisos que tendem a gerar prejuízos no futuro.

4 – Falhas operacionais

Como você e sua equipe procedem no dia afetará seu inventário. A falta de uma política claramente definida de reabastecimento pode causar interrupções operacionais, por exemplo: vender mercadorias recém-adquiridas antes mesmo de permanecer em estoque.

Esse tipo de situação parece inofensiva, mas isso pode causar problemas no futuro, como a perda de itens vencidos no depósito.

Consequentemente, precisamos pensar em como evitar esse tipo de falha. As regras de estoque são importantes e devem ser seguidas considerando fatores como data de recebimento do produto e controle de lote.

Por isso, o sistema de controle de estoque também emerge como solução, pois protege seu negócio de falhas operacionais.

5 dicas de como evitar a perda de estoque

1 – Realizar o inventário do estoque

Uma boa dica para evitar a perda de estoque é o inventário rotativo, que é o inventário realizado com mais frequência e tem como objetivo, identificar a falta de itens com prazo de validade mais próximo e produtos cadastrados no sistema.

Com a implementação desta prática, é possível identificar com mais clareza a base do problema e, desta forma, desenvolver as medidas mais adequadas para resolvê-lo.

2 – Ter cuidado com as compras

O excesso de estoque é outro motivo que leva ao desperdício do produto, particularmente em situações em que o produto expirou. Os dados de estoque devem ser integrados e otimizados com o departamento de vendas, garantindo que o armazém tenha a quantidade ideal de itens.

Também é responsabilidade do departamento de compras evitar que a organização perca estoque. Por isso, são necessários políticas robustas de informação e gestão.

3 – Controlar os recebimentos

A atenção ao potencial perda de estoque começa quando os fornecedores enviam produtos para a empresa. É neste momento que dados relevantes como quantidade, condição dos itens entregues, validade e outras informações devem ser cuidadosamente registrados.

Com base nesses registros, os funcionários responsáveis ​​pelo controle de estoque poderão tomar as decisões mais adequadas quanto ao armazenamento distribuição e exposição dos produtos adquiridos, ajudando assim a evitar perdas.

4 – Verificar a rotatividade dos produtos

É necessário conhecer os produtos que o distribuidor possui, como o fluxo de circulação desses itens. Por esse motivo, é importante ter os dados certos na mão e analisá-los de forma eficaz.

Isso contribui para a determinação de indicadores, bem como a detecção dos produtos com mais emissões, o período de estoque vazio e principalmente suspensões de produtos.

Dessa forma, é possível criar as melhores estratégias para vender mais rápido e evitar que elas se convertam em prejuízos.

5 – Faça uma boa gestão de estoque

A gestão de estoque é um dos principais processos que garantem o sucesso de uma empresa. Em última análise, controlar a movimentação de todos os produtos em uma instituição facilita evitar o desperdício.

O tempo, a exibição nas prateleiras o transporte e outros fatores são questões que a equipe de controle de estoque da empresa deve monitorar de perto, pois são as principais causas de desperdício.

Agora que você já está ciente do que a perda de estoque pode causar na sua empresa, está na hora de implementar essas dicas na sua rotina e evitar prejuízos na sua empresa.

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Logística Reversa: Impactos, Benefícios e Importância

A logística Reversa ou logística Verde são estratégias e meios para recolher e dar encaminhamento ao processo de pós-venda ou pós-consumo ao setor empresarial, para reutilizar ou garantir que os resíduos vão para o caminho correto, evitando ao máximo a poluição.

Esse conceito ganhou popularidade com a publicação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305, de agosto de 2010). Portanto, foi elaborado um acordo entre os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes, sobre a introdução da responsabilidade compartilhada no ciclo de vida do produto.

Para implantar uma política de logística reversa é preciso saber em qual setor a empresa atual, podendo ser, fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de agrotóxicos, pilhas e baterias, pneus, óleos lubrificantes (seus resíduos e embalagens), produtos eletrônicos e seus componentes.

Caso a empresa atue em outro setor, também é possível fazer parte da logística reversa, desenvolver, fabricar e colocar no mercado produtos que possam ser reutilizados ou reciclados futuramente.

Quais os formatos de logística reversa?

A logística reversa pode assumir duas formas: pós-venda e pós consumo. Primeiro, o produto é devolvido à cadeia de suprimentos antes de ser usado pelo consumidor ou quando raramente é usado (por exemplo, devido a um defeito descoberto ou a um erro no processamento do pedido).

Para isso, as empresas precisam planejar o recebimento e o encaminhamento dos itens, construindo em sua estratégia organizacional formas de controle do fluxo físico e das informações logísticas.

Muitas vezes, os produtos podem ser aprimorados e revendidos, agregando valor. No pós consumo, os produtos são comprados, usados ​​e desfeitos pelos consumidores, que são considerados inadequados para consumo primário ao final do prazo de validade.

Assim como no pós-venda, as empresas devem estar preparadas para receber os itens e fornecer uma rota adequada de reutilização para retornar ao ciclo de produção, reciclagem ou desmontagem e, em seguida, tratamento ambiental adequado (somente se a reintrodução no mercado não for viável).

A logística reversa é uma estratégia diferente, onde tudo começa com um plano que delineia ações, desde a coleta até a reutilização, reciclagem ou desmontagem.

Então, como em qualquer planejamento de negócios, o segredo está em implementar as medidas passo a passo e avaliar os resultados.

O papel dos consumidores

Entretanto, o papel dos consumidores é fazer a devolução do produto em um local específico, conforme determinado pelo comerciante ou distribuidor.

 Eles podem encaminhar os resíduos ao fabricante ou importador para descarte adequado e sustentável.

A implementação da logística reversa é uma importante aliada da economia circular. Pois ao devolver os resíduos ao ciclo produtivo, os materiais deixam de ser resíduos e passam a ser matérias-primas para novos produtos.

Ao mesmo tempo em que conscientiza a população por meio da educação ambiental, a logística reversa pode ajudar a minimizar o impacto ambiental da má gestão de resíduos, um passo importante para a sustentabilidade.

Vantagens da logística reversa

Agora que você sabe o que é a logística reversa e como ela funciona, vamos dar uma olhada em seus benefícios.

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, esse tipo de atividade é essencial porque possui as seguintes vantagens:

  1. A logística reversa é boa para a economia, pois gera recursos sustentáveis ​​e mais renda;
  2. Ajuda a preservar o meio ambiente, pois reduz a necessidade de novas matérias-primas e evita o descarte inadequado de resíduos;
  3. Melhorar a qualidade de vida dos cidadãos que passam a viver em ambientes mais saudáveis, limpos e responsáveis;
  4. É um importante incentivo para a valorização, reutilização e eliminação ecológica dos resíduos;
  5. Compartilhamento da responsabilidade pela gestão de resíduos na sociedade, envolvendo os setores público, privado e sociedade civil;
  6. Melhorar significativamente a eficiência do uso industrial dos recursos naturais;
  7. Ajuda a prolongar a vida útil de um aterro sanitário ao reinserir a maior parte dos resíduos na cadeia produtiva sempre que possível;
  8. Aumentar a oferta de produtos ecologicamente corretos tem mais incentivo para a geração de novos negócios, empregos e renda.

Objetivos da logística verde

De acordo com as informações fornecidas pela CETESB, o sistema de logística verde tem os seguintes objetivos:

  • Proteger o meio ambiente e a saúde pública;
  • Criar oportunidades de negócios com base no potencial de reavaliação das cooperativas de resíduos e reciclagem;
  • Usar a sustentabilidade para substituir o uso de recursos naturais por materiais reutilizáveis ​​e reciclados;
  • Redistribuir direitos e obrigações para a gestão de resíduos;
  • Melhorar fisicamente a gestão de resíduos;
  • Transferir responsabilidades de gestão para o setor privado;
  • Melhorar a eficiência do uso dos recursos naturais pela sociedade (reutilização, reciclagem e valorização);
  • Promover o ecodesign (melhoria ambiental no design de produtos e embalagens).

O processo da logística reversa e o conceito do ciclo da vida

Por trás do conceito de logística verde está um conceito mais amplo, o “ciclo de vida”. Do ponto de vista logístico, o ciclo de vida de um produto não termina com a entrega ao cliente.

Produtos danificados ou inutilizáveis ​​devem ser devolvidos ao local de origem para descarte, reparo ou reutilização adequada.

Do ponto de vista financeiro, no ciclo de vida de um produto, além dos custos de aquisição de matéria-prima, custos de produção e custos de armazenamento, existem obviamente outros custos relacionados à sua gestão em contracorrente de processo completo.

Do ponto de vista ambiental, esta é uma forma de avaliar o impacto que um produto tem no meio ambiente ao longo de seu ciclo de vida.

Essa abordagem sistemática é essencial para planejar o uso dos recursos logísticos para cobrir todas as etapas do ciclo de vida do produto.

A logística reversa pode te ajudar a encontrar uma solução para os produtos que foram danificados ou devolvidos pelos clientes, você pode ajudar o meio ambiente, aumentando a sustentabilidade.

Além disso também é possível aumentar a eficiência dos seus processos logísticos, evitando o acumulo dos produtos devolvidos, facilitando o descarte.

Logística 4.0: Competências que os profissionais devem ter

A logística 4.0 vai muito além de uma só expressão. É uma nova fase, com tecnologias mais avançadas, conexões inteligentes, atendimento otimizado com requisitos em velocidade, grande eficácia nos processos e uma redução de custos maior, e uma ampla disposição em informações proporcionada pela indústria 4.0.

As decisões são mais precisas e baseadas em dados, grande parte são de produção das empresas, e outras são por trocas dos clientes, embarcadores, transportadoras e armazéns.

Para entender o contexto, te daremos uma breve explicação do que é indústria 4.0

Também chamada de quarta revolução industrial, a indústria 4.0 é uma unção de um sistema amplo em tecnologias avançadas, como por exemplo: Inteligência artificial (IA), robótica, internet das coisas (IoT) e computação na nuvem, que estão mudando as formas de produção e os modelos de produção no Brasil e no mundo todo.

A indústria 4.0 pode gerar uma economia de até R$ 73 bilhões ao ano. É o que diz a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI)

Agora que você já sabe um pouco sobre indústria 4.0 daremos continuidade ao assunto

A evolução da logística

A indústria tem uma necessidade muito grande de se adaptar aos novos requisitos que, com o passar do tempo o mercado vai exigindo, desde a primeira revolução industrial, lá no século XVIII, na Inglaterra.

Naquela época a Indústria 1.0 já estava em prática, e diante de algumas descobertas, como: máquinas a vapor, as fábricas foram remodeladas e ampliadas.

Assim, a mecanização levou à expansão do mercado têxtil junto com a metalurgia, incluindo o setor de transportes.

Já no século XIV surgiu a segunda revolução industrial, contudo gerou – se uma grande procura especialização em mão de obra com o intuito de se qualificar.

A eficiência operacional tornou – se muito mais importante durante esse período, a produção em massa voltou a ser uma realidade e a produção aumentou exponencialmente.

A indústria automobilística fez seu nome, com a Ford produzindo modelos em massa na indústria automobilística, como o “Modelo T” da Ford.

Anteriormente, por volta do século XX vivemos a terceira revolução industrial, acontecimento recente, se considerarmos que ocorreram no século passado. Esse período foi marcado pelo início da transformação digital.

Além da disseminação da Internet e do uso de softwares e dispositivos móveis, também houve avanços na ciência, na robótica e na eletrônica.

Atualmente, com toda certeza a novidade é a logística 4.0. Que está sendo nomeado como a quarta revolução industrial. A logística 4.0 afetou toda a ordem de economia, modificando a maneira de como são feitos os negócios, mudando a sociedade e o estilo de vida das pessoas.

Entretanto, com essa nova revolução foram estabelecidas algumas tecnologias como: A internet das coisas (IoT), impressoras 3D, big data, Analytics, realidade aumentada, entre outras tecnologias.

O momento atual é a revolução 4.0

Esse conceito foi criado na Alemanha, a tendência é automatizar o setor fabril, otimizando processos e diminuindo custos.

Isso só é possível por causa da utilização de recursos ciberfísicos, possíveis por causa do IoT (internet das coisas) e da cloud computing (computação em nuvem), como anteriormente citado.

Tudo isso é muito mais que uma tendência, a indústria 4.0 é uma realidade e para sair na frende dos concorrentes e se destacar no mercado é preciso investir em recursos tecnológicos para desenvolver os processos com mais facilidade e aumentar o potencial analítico das suas equipes.

A principio a logística também é impactada por essas grandes mudanças. Se antes o comum era correr riscos em manter grandes estoques e ter os riscos de sofrer perdas, seja por conta de validade ou a dificuldade de armazenagem, agora é mais que necessário a digitalização na logística e uma gestão inteligente.

Quais os benefícios da logística 4.0?

Os benefícios da logística 4.0 para todos os envolvidos nessas áreas são muitos, tecnologia da informação e a comunicação em massa que conecta clientes a empresas, transportadoras e possibilita a troca de dados relevantes.

  • Entre os diversos benefícios, vale destacar maior integração entre os atores da cadeia de suprimentos;
  • prazos de entrega mais curtos;
  • otimização de espaço e custos de armazenagem;
  • melhor aproveitamento das frotas e otimização dos custos de transporte;
  • redução de estoque e prevenção de perdas e desperdícios;
  • maior segurança da cadeia de suprimentos, evitando paradas na linha de produção;
  • Redução da burocracia no processo, aumentando a produtividade e competitividade no mercado;
  • Capacidade de gerar grandes quantidades de dados relevantes para apoiar tomadas de decisões cada vez mais confiantes para melhoria contínua;
  • Além de aumentar significativamente o engajamento, maior satisfação do cliente, margens para transportadores e operadores logísticos.

Quem ainda não está por dentro dessa nova era da logística, precisa se preparar para essa nova realidade. Transportadoras e operadores logísticos devem promover mudanças na cultura organizacional e nas práticas diárias para os seus colaboradores irem se adequando.


Contudo, um gestor que deseja aumentar o desempenho da empresa precisa entender e revisar seu trabalho, buscando otimização e maior automação.

Habilidades necessárias para o profissional da logística 4.0

Com esse novo cenário, surgiram novas tendências para suprir as necessidades dos consumidores, que estão cada vez mais ativos no ambiente online e com demandas de entregas cada vez maior. Portanto, algumas habilidades para o profissional dessa área logística também mudaram.

Por isso separamos algumas habilidades, são elas:

Inteligência de dados

Para atuar nesse setor é preciso compreender dados para reconhecer os padrões e tendências, identificar interferências e as possíveis soluções.

É essencial para as marcas e principalmente aos consumidores, terem informações em tempo real sobre os processos de entrega.

A fim de interpretar o andamento da operação, por exemplo: qual pedido saiu para entrega, onde ele está, e quantos dias faltam para o destino final. Saber dessas informações estreita os laços entre os consumidores e os e- commerces e aumentam a confiança, dando potencial para compras futuras.

Se adaptar as novas tecnologias da logística 4.0

Estar por dentro das novas soluções tecnológicas é fundamental para as empresas se manterem competitivas no mercado e continuarem ganhando visibilidade, mas caso isso não ocorra as consequências são sérias.

Estamos falando de inteligência artificial, aprendizado com novas máquinas, entregas com veículos autônomos, drones, internet das coisas e várias outras necessidades dos consumidores 4.0

Resolução de problemas

Sobretudo, resolver os contratempos é essencial para os profissionais a fim de ter uma carreira de sucesso na logística.

Pois, um simples erro pode afetar diretamente seus processos logísticos podendo gerar perda de estoque, problemas com entregas e aumentar os seus custos.

Entretanto, todo profissional 4.0 deve estar apito para lidar com as mudanças repentinas e gerenciar crises.

Foco no cliente

Todas as habilidades que foram citadas anteriormente, têm como foco principal o cliente e suas necessidades.

 Sendo assim é necessário utilizar ferramentas de melhorias contínua dos processos, a fim de descobrir como alcançar uma eficiência maior e garantir o melhor serviço para as marcas.

Quer fazer parte da logística 4.0, reduzir custos e sair na frente dos seus concorrentes com recursos otimizados com suporte a toda hora? Acesse https://site.fusiondms.com.br/orcamento e faça um orçamento. Te esperamos em breve!

EIP: o que é e como ele pode ser um diferencial na gestão da sua empresa

As empresas precisam contar com ferramentas inteligentes que falem a linguagem das novas tecnologias. Surge, assim, um novo conceito de software voltado para a gestão de negócios: o EIP –  Enterprise Intelligence Platform.

Com a evolução tecnológica, estamos vendo a dinâmica do mercado mudar. A era digital exige das corporações mais colaboração, agilidade, transparência e assertividade

Portanto, a área logística foi especialmente impactada pelo aumento do consumo digital, contudo, é imprescindível acompanhar os novos modelos de negócios impulsionados pela tecnologia

Entretanto, surgem tecnologias, como a plataforma EIP, capazes de atender essa realidade de mais conectividade e competitividade do mercado global.  

Para ajudar você na condução da transformação digital do seu negócio. Apresentamos neste artigo o que é EIP e como essa solução é um diferencial no dia a dia da gestão, dos processos e na tomada de decisão da sua empresa. Boa leitura!

O que é EIP?

Podemos dizer que o EIP – Enterprise Intelligence Platform (Plataforma de Inteligência Empresarial, em português) é a evolução do sistema ERP para o novo cenário digital, que interliga as tecnologias avançadas ao negócio e agrega mais inteligência à gestão. 

Apesar da importante conquista com os sistemas ERP na automatização de processos e rotinas, a digitalização tem impulsionado novos modelos de gestão. As empresas precisam estar conectadas a todo o ecossistema de um mercado global. 

Foi assim que surgiu o conceito EIP, a fim de integrar toda a realidade da era digital aos processos de gestão empresarial e unir as empresas com o mercado, e não apenas com os dados e as informações dos departamentos internos

Ao ser integrado às novas tecnologias, como Big Data, Market Data, Internet das Coisas, e-Commerce, entre outras. O EIP alcança outro patamar de entrega, tornando o sistema ERP obsoleto.

É um ganho exponencial de competitividade, já que a integração a essas soluções resulta no acesso a informações de diferentes dispositivos, áreas, processos e bases de conhecimento disponíveis no ambiente web, para ajudar nas tomadas de decisão.

Quais são as vantagens e os diferenciais do EIP?

Em um contexto digital e de mudanças no comportamento dos consumidores que estão mais conectados e exigentes, a logística deve estar conectada ao mundo, além de integrada aos demais setores de uma empresa.

A logística digital, que já entende a tecnologia como estratégica para automatizar os processos, gerar mais eficiência nas entregas e reduzir os custos, precisa avançar para uma gestão de conhecimento colaborativa e focada em soluções para atender a esses novos consumidores. 

E é isso que a plataforma EIP possibilita: lidar com o controle das operações, não focando somente nos resultados – perdas e lucros -, mas em toda a cadeia produtiva e nos objetivos de negócio.

Entre os principais benefícios e diferenciais do EIP, estão:

Melhoria na gestão

O EIP oferece uma gestão mais direcionada, fácil e assertiva,  sem gerar gargalos causados por falhas na comunicação entre diferentes setores ou erros ocasionados por intervenção humana. 

É a entrega da informação certa, na hora certa e para a pessoa certa para apoiar as decisões estratégicas. 

Experiência única (personalização)

O foco é propiciar a melhor experiência a cada usuário na realização do que precisa ser feito. Desta forma, a plataforma de inteligência empresarial guia o colaborador de acordo com suas responsabilidades, evitando falhas e quebras nos processos, além de racionalizar e automatizar as várias interações envolvidas.

O EIP torna a experiência única, adequando-se especificamente aos hábitos de usabilidade e às necessidades do usuário, bem como da empresa

Decisões mais assertivas

Na prática, a plataforma conduz à melhor decisão. Ela simplifica o acesso às informações necessárias e, a partir de indicadores que diretores e gestores necessitam, conhece a fundo e aponta os melhores caminhos para a tomada de decisão gerencial ou estratégica no momento oportuno.

Mais inteligência empresarial

O EIP conecta a gestão empresarial  às tecnologias avançadas, como análises preditivas, blockchain, sistemas integrados, bots de atendimento e Machine Learning, Big Data, Internet das Coisas (IoT), plataformas de EAD (Ensino a Distância), microsserviços especialistas, fintechs, plataformas de colaboração e mobilidade. Essa integração é indispensável na gestão de negócios atuais e agrega mais inteligência empresarial. 

Colaboração

Outro diferencial são as plataformas de EAD dentro do próprio ambiente EIP, que propiciam mais colaboração e interação. O EIP permite compartilhar o conhecimento, compreender o perfil comportamental dos usuários do sistema e construir metodologias de trabalho aderentes às demandas de cada função ou cargo, de maneira inteligente.

EIP x ERP

Como mostramos, o EIP é um conjunto maior de soluções. Trata-se de uma mudança conceitual e uma evolução tecnológica. 

Pontuamos a seguir as principais diferenças entre o ERP e o EIP. Confira:

Integração entre as áreas x integração com o mercado

A plataforma EIP incorpora tudo o que é feito por um sistema ERP. Entretanto, vai além da integração dos diferentes departamentos de uma empresa, ele é capaz de reunir informações do mercado para uma administração mais estratégica. É a integração da empresa com o mundo.

Sistema x plataforma

É a transformação de um sistema fechado para uma plataforma flexível, orientada ao usuário e colaborativa. Contudo, os ERPs exigem dos negócios uma adequação para se encaixar aos requerimentos da própria ferramenta. O EIP se adapta à empresa e a cada usuário, fornecendo uma experiência única

Proprietário x colaborativo

O EIP é construído em linguagem totalmente colaborativa. Nele, cada pessoa pode criar as suas soluções e disponibilizá-las em um ambiente colaborativo. Funciona como as lojas de aplicativos dos sistemas operacionais para smartphones, permitindo o compartilhamento de conhecimento e a criação de novas tecnologias.

Isso permite aos usuários compartilharem soluções e conhecimento, e novas tecnologias são criadas tanto para o seu próprio negócio, quanto para outras empresas com a mesma necessidade, mas realidades diferentes.

Já os ERPs foram construídos em linguagens proprietárias, de propriedade do fornecedor do software, o que limita a possibilidade de gerar novas ideias por quem está no dia a dia da operação.

Departamentalizado x única jornada

Uma das preocupações do ERP é integrar os diferentes departamentos de uma corporação a fim de automatizar os processos, possibilitando também a integração com outras ferramentas, como uma solução bancária, de Business Intelligence ou sistemas de fretes e cotações

Porquanto, os usuários precisam navegar entre os diferentes módulos do ERP ou acessar outro sistema para resolver um problema, o que muitas vezes exige vários aprendizados para realizar cada atividade.  

Por outro lado, o EIP guia cada um à solução que ele precisa no momento. O foco é na melhor jornada. Nesse sentido, a plataforma de inteligência fornece uma única jornada, sem precisar mudar de ambiente ou entrar em ferramentas distintas. Tudo que o usuário precisa pode ser encontrado na própria plataforma.

Previsão de informações x análise de informações

Nos ERPs, o sistema entrega relatórios e informações para que o gestor ou colaborador faça as suas análises e tire suas conclusões.

No EIP, a plataforma já faz análises a partir de uma biblioteca de informações e recursos de Inteligência Artificial. Isso possibilita aos usuários terem acesso a insights, predições e alertas para executarem suas atividades e tomarem melhores decisões.

Passivo em relação à estratégia x orientado pela estratégia

O ERP ainda não é capaz de conduzir o colaborador de forma automática pelas diretrizes, métricas e objetivos de negócio da corporação.

Já a plataforma EIP guia o usuário na execução de tarefas alinhadas ao planejamento e ao mapa estratégico da empresa, mesmo que o colaborador não conheça todas as determinações e estratégias do negócio.

Sobre o Sankhya Om : 1ª plataforma desenvolvida a partir do EIP

A Sankhya lançou o Sankhya Om, sua primeira plataforma desenvolvida a partir do EIP – Enterprise Intelligence Platform, que possibilita mais autonomia e flexibilidade aos negócios. 

Com base nesse conceito, o Sankhya Om é a solução focada em tornar a gestão mais inteligente, prática e intuitiva. Ele conecta as empresas com o mundo, aprendendo com o usuário e o conduzindo às melhores práticas de gestão.

A plataforma inteligente da Sankhya é capaz de identificar os gargalos da gestão e fornecer a informação certa, para a pessoa certa, na hora certa

Como mostramos, a evolução do ERP foi necessária para acompanhar a dinâmica do mercado no contexto digital, enquanto uma solução EIP traz mais autonomia às atividades de rotina e gestão

Se sua empresa precisa investir em diferentes ferramentas ou adaptar o negócio ao sistema utilizado, conheça a Sankhya e faça a transformação digital do seu negócio acontecer. 


Esse texto foi escrito pela Sankhya para os leitores do blog da Fusion DMS. Por meio de uma metodologia exclusiva, a Sankhya oferece a solução mais completa de gestão para a sua empresa, permitindo que você esteja mais próximo de cada etapa da sua estratégia.

O que é, como medir e alcançar a entrega perfeita na logística?

Já parou para pensar quais erros você deveria parar de cometar para alcançar a entrega perfeita a fim de garantir a satisfação dos seus clientes?

Para começar você deve se fazer algumas perguntas, como por exemplo:

Faço entregas roteirizadas? Consigo acompanhar minha frota de caminhões em tempo real? Consigo saber antecipadamente se teve algum erro com a pesagem do caminhão ou pedido errado?

Se a resposta para algumas dessas perguntas for não, você tem um sério problema, você pode estar deixando de vender e/ou perdendo dinheiro, mas o que realmente está em jogo aqui é a reputação da sua empresa.

Mas, o que seria a entrega perfeita?  

De início, é importante saber que a entrega ideal é composta pelos seguintes níveis:

  1. Entrega realizada 100% dentro do prazo;
  2. Na quantidade certa (taxa de preenchimento 100%);
  3. Na condição e embalagem certas;
  4. Com a documentação correta.

A entrega perfeita é o produto chegar no dia e hora certos, lugar certo e para a pessoa certa, além disso é entregar o produto com a qualidade que o cliente espera.

Contudo, para fazer isso acontecer é necessário melhorar a qualidade dos processos logísticos, com o fim de satisfazer o cliente quando a entrega é pontual e sem atrasos.

Como medir sua entrega perfeita?

A entrega perfeita é calculada a partir da eficiência das etapas de um pedido.

Devemos levar em conta dois fatores:

  • On-Time: Percentual de entregas realizadas dentro do prazo;
  • In-Full: Percentual de eficiência em todos os processos envolvidos no atendimento, ou seja, se o pedido foi entregue no local correto, completo, sem erros e de acordo com as especificações combinadas previamente.

Para calcular o pedido perfeito, você precisa dividir o número de entregas que se enquadram em todos os critérios estabelecidos acima pelo número total de entregas realizadas no período analisado. 

Para obter o percentual, basta multiplicar por 100. 

A fórmula então seria: 

Pedido perfeito = nº de entregas ÷ nº total de entregas x 100.

Por exemplo, Se em um determinado período sua empresa realizou 85 entregas, mas apenas 79 delas ocorreram no prazo e sem nenhum tipo de problema, o cálculo seria: 79÷85=0,92×100=92%. 

Ou seja, o indicador OTIF de sua empresa nesse período específico foi 92%.

Vale destacar que quanto mais próximo esse valor estiver de 100%, melhor!

Em linhas gerais, as organizações têm um índice de pedido perfeito de 90% — cerca de 10% de todos os pedidos enviados apresentam algum tipo de falha.

Isso é o que aponta a American Productivity and Quality Center (APQC), maior autoridade mundial em benchmarking, melhores práticas, melhoria de processos e desempenho e gestão do conhecimento.

E-book: Gestão logística de entregas

Entrega perfeita: os benefícios para sua empresa!

São inúmeros os benefícios dessa prática, alguns deles são: melhorias no controle operacional e estoque, prospecção de novos clientes que terão uma boa experiência com a empresa e irá repetir a compra, podendo até fazer um marketing boca a boca, tornando seu negócio ainda mais conhecido.

Contudo, não é só a satisfação do cliente que importa. Uma boa estratégia a fim de diminuir os custos deverá ser aplicada, e isso só poderá ser feito com o auxílio de tecnologias que automatizem e integrem seus processos e estratégias.

Afinal, vale a pena investir tanto para alcançar o pedido perfeito na empresa?

A resposta é sim! Garantir a entrega do produto certo e na quantidade certa diminui o risco e gera uma credibilidade alta para a sua empresa, aumentando sua reputação no mercado. Também é possível aumentar a rentabilidade do seu negócio e evitar ter estoques desequilibrados.

Está esperando o que para alavancar suas vendas e garantir o sucesso da sua empresa?

KPIs logísticos para elevar nível de serviço e processos

O uso de KPIs logísticos permite que gestores acompanhem detalhadamente o desempenho de cada processo com valores de fácil análise.

KPI é a sigla para Key Performance Indicator (Indicador Chave de Desempenho), uma ferramenta utilizada na gestão logística para avaliar o desempenho de processos.

Desta forma, o gestor logístico irá fazer análises das atividades e poderá acompanhar o desempenho do negócio, durante uma venda ou na realização de um serviço.

Os melhores KPIs são aqueles que tem acompanhamento em tempo real a partir de um dashboard com todos os dados para fornecer o processo mais fácil e permitir que os gestores façam ajustes rápidos para tomar melhores decisões.

Mas, o que significa KPIs logísticos na prática?

O KPI na prática aponta o nível de desempenho e a qualidade que um processo deve atingir. Já que é a partir dessa análise que o gestor saberá se está batendo suas metas ou se precisa mudar algo a fim de alcançar seus objetivos.

Os indicadores a serem mensurados precisam ser calculáveis para que haja um índice que gere valor para medir o seu desempenho.

O papel do KPI é acompanhar atividades como: Fluxo de trabalho, nível de estoque, troca de itens, e descartes.

O gestor, ao verificar os processos logísticos da empresa, irá utilizar informações dos KPIs para avaliar quais medidas precisam ser tomadas a fim de melhorar a performance e o rendimento do seu setor.

Também é possível usar o KPI para redesenhar um processo, criando um novo e mais eficiente, utilizando o método PDCA.

Na prática, 2 exemplos de utilização de KPIs logísticos:

1 – Loja de calçados:

Se você tem uma loja de calçados você pode usar o KPI para avaliar os seguintes processos logísticos.

  • Quantos pares de sapatos são vendidos por semana, mês ou ano;
  • Quantas entregas sua empresa recebe do seu fornecedor por semana;
  • Verificar quantos pares há no seu estoque.

2 – Loja virtual (e-commerce):

  • Analisar o número de entregas feitas em um determinado período;
  • Qual a capacidade média por caminhão que parte para as entregas;
  • Qual o tempo de um percurso diário, este KPI irá medir quanto tempo o seu motorista levou para realizar as entregas.

Entretanto, existem KPIs específicos para determinados negócios.

Portanto, além de ter KPIs específicos para o seu negócio, você pode usar KPIs de outras empresas e realizar um benchmarking, ou seja, uma análise de mercado que busca comparar a performance do seu com os dos demais negócios.

Afinal, quais são os melhores KPIs para tornar seus processos logísticos mais eficientes?

4 KPIs que aumentam o sucesso dos processos logísticos

Toda empresa tem como dever cumprir alguns objetivos básicos, são eles: reduzir custos, otimizar tempo, melhorar a produtividade a fim de garantir que os processos sejam de boa qualidade.

Sabendo que toda empresa precisa cumprir esses objetivos, existem 4 KPIs que podem ajudar nesse processo, são eles:

1 – Indicadores financeiros

Controladores de custos operacionais de instalação dos armazéns.

Exemplo: Processos de verificação do inventário, espaço utilizado e rotatividade de estoques.

2 – KPIs de produtividade

Avaliar o sucesso dos processos, medindo a produção real comparando aos recursos que foram utilizados para produzir. Com o intuito de produzir mais com menos recursos.

3 – Indicadores chave relacionados ao tempo:

Na logística, tempo é dinheiro e no armazém esse lema é levado muito a sério. Entretanto, os KPIs logísticos no armazém são, em sua maioria, porcentagens de cumprimento de prazos ou tempo de recebimento das entregas.

4 – KPIs de qualidade:

Responsável por controlar o nível de serviço por proporção de clientes. A fim de saber quais foram as entregas que foram entregues no prazo, pedidos errados, reentregas ou danificados no estoque ou transporte.

Por que os KPIs são tão importantes nos seus processos logísticos?

Com o propósito de proporcionar informações objetivas a respeito dos processos logísticos, os KPIs também ajudam os gestores a terem um controle maior sobre o negócio podendo trazer resultados surpreendentes.

Ao usar essa ferramenta você terá uma visão mais ampla sobre todos os procedimentos que ocorrem dentro do seu setor, facilitando as tomadas de decisões. As decisões se tornarão mais fáceis e assertivas.

Portanto, quando os gestores usam KPIs da maneira correta, aumentos expressivos na produtividade, satisfação do cliente, redução de gastos, erros e falhas se tornam recorrentes, gerando mais lucro para a sua empresa.

Fazer o uso de ferramentas como estas podem aumentar seus lucros em um número considerável. E então, você já adota ou vai implantar agora os KPIs na sua logística?

5 ações que você precisa tomar agora para uma entrega mais segura!

Com a crescente insegurança nas rodovias, caminhoneiros e gestores atentam-se a diversos critérios antes da viagem. Um dos principais é como prevenir o roubo de cargas para uma entrega mais segura e eficaz.

Como sabemos, o modal rodoviário é o mais utilizado para locomover produtos e pessoas no Brasil, e é tradicionalmente utilizado para curtas distâncias.

Fazendo um paralelo com outros países do mundo, o Compare the Market, site de comparações de preços da Austrália, analisou quais são os melhores e piores países para dirigir.

Foram observados os seguintes aspectos: a qualidade das estradas, o nível de congestionamento, a proporção de despesas com carros e renda disponível, assim como os acidentes de trânsito.

O Brasil ficou em 2º lugar, com a maior taxa de mortalidade rodoviária entre as 3 nações com pior desempenho, em suma, são 16 mortes por 100 mil habitantes, segundo o painel CNT de acidentes rodoviários.

Além disso com uma alta taxa de mortalidade, o grande número de roubo de cargas assusta os brasileiros.

O roubo de cargas voltou a crescer no Brasil em 2021, foi a primeira alta dos últimos 4 anos, chegando a um prejuízo de R$ 1,27 bilhão para as empresas.

De acordo com o presidente da CNT, Vander Costa, a insegurança nas estradas é mais um item a dar fôlego à inflação brasileira.

“O elevado número de ocorrências de roubo de cargas expõe o transportador a uma situação de risco. O prejuízo decorrente tende a encarecer o serviço oferecido e o preço final dos produtos transportados, onerando, em última instância, o consumidor” confirma Vander.

Além disso, mais de 60% das transportadoras relatam já terem sido vítimas do crime. As regiões Sul e Sudeste foram apontadas como aquelas com o maior número de ocorrências.

Confira a lista de 5 ações para ter uma entrega mais segura

E na busca de um transporte de cargas mais seguro, nossa equipe elencou as melhores práticas de segurança para evitar o roubo de cargas e/ou frota:

1. Capacite o motorista

Por mais que haja todo um aparato de segurança para a frota, é o motorista que estará à frente do veículo.

É importante que ele esteja bem preparado, com um treinamento adequado para fazer uma gestão preventiva, gerando uma redução de perdas com acidentes ou avarias dutante o transporte, para alcançar o objetivo de uma entrega mais segura.

2. Trabalhe com rotas automatizadas

A roteirização automática de transporte tem como objetivo estabelecer o caminho mais eficiente e seguro a ser percorrido na entrega.

Os sistemas de rastreamento não só auxiliam a empresa a obter informações sobre a frota como podem ser muito úteis para outras questões de logística, como controle de estoque, horários de chegada, etc.

O Open SIL é um sistema de visibilidade logística que oferece o monitoramento de todas as etapas do transporte: planejamento, coleta, viagem e entrega. 

Monitora as informações da carga, reduz o tempo médio das entregas e aumenta a eficiência da cadeia logística, em um só lugar. 

3. Priorize as viagens diurnas para uma entrega mais segura

Os caminhoneiros têm maior segurança durante o dia, pois podem contar com a companhia de outros colegas de profissão, ou pelo simples fato de estarem viajando junto de outros veículos particulares.

Sendo assim, conscientize os seus motoristas a evitarem as jornadas noturnas, escalonando as viagens para operar durante o dia e descansar à noite.

4. Proteja os seus galpões

Parte dos roubos de cargas acontece no próprio galpão da transportadora, por isso é importantíssimo reforçar a sua equipe de segurança.

Além disso, instale sistemas de monitoramento por câmeras para rever os critérios de seleção do pessoal que trabalha em funções relativas ao galpão (para evitar vazamento de informações).

Podem ser boas medidas para reduzir os riscos de roubo de carga.

5. Invista em tecnologia

Graças à tecnologia e à inovação disponíveis para a gestão e o monitoramento das cargas, é possível aumentar as margens de segurança, reduzir os custos com o seguro da carga e melhorar as possibilidades de comunicação, rastreamento e interação, aumentando o potencial de sucesso durante todo o transporte.

A logística sem tecnologia faz parte do passado.

Por fim, quem ainda não está inserido no contexto da Logística 4.0, precisa se preparar para essa realidade.

Quem não o fizer, por fim, corre o risco de ver seu concorrente lhe ultrapassar.