SÉRIE| Desafios da Logística: Perigo nas Estradas

Cortar as estradas do Brasil, a cada ano, se torna uma tarefa mais difícil, as rodovias brasileiras ocupam 6º lugar em lista das 10 mais perigosas do mundo.

O crescimento do número de roubos e furtos de cargas vêm preocupando motoristas, transportadoras e as autoridades brasileiras. Segundo levantamento da Associação Nacional do Transporte de Cargas & Logística (NTC), o roubo de carga teve alta de 42% no Brasil nos últimos quatro anos. São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais são os estados de maior perigo no território brasileiro, detendo estas regiões 81% de todas as ocorrências.

Os índices são tão alarmantes que colocam o Brasil no mesmo pário de perigo de países como o Iraque, Somália e República Centro-Africana. O país do futebol ocupa a 6ª posição no ranking dos 10 países mais perigosos para se transportar cargas, perdendo apenas para Síria, Líbia, Iêmen e Afeganistão, necessariamente nesta ordem.

Em números, este primeiro desafio da nossa série, revela um prejuízo para o setor produtivo com a perda de cargas e veículos de cerca de R$ 2 bilhões. A partir do cruzamento de dados da Polícia Civil, da Polícia Militar e da Polícia Rodoviária Federal, em 2018, o número de ataques a transportadores chegou a 22 mil em todo o país.

O roubo de cargas tornou-se, nos últimos seis anos, um modelo de negócio para quadrilhas de traficantes de drogas e facções criminosas por causa da vulnerabilidade das estradas, das falhas de segurança pública das cidades e do alto valor de retorno das mercadorias.

Infelizmente, sem auxílio de administração pública, não há uma solução a curto/longo prazo que possa ser tomada pelo setor de distribuição e transportadoras. Mas diante do panorama e da difícil rotina, qualquer ajuda é bem-vinda. O Fusion DMS em seus módulos pode trazer um suporte de acompanhamento em tempo real do trajeto do motorista através do Fusion Mobile.

Este foi o 1º desafio trazido pela série que a cada semana discutirá um novo empasse da logística de transporte e o que as empresas podem fazer para superá-lo. Que tal nos encontrarmos novamente próxima semana e bater um papo sobre a logística brasileira?

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